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Confiança

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Porque confiamos uns nos outros ou nas instituições que regulam o nosso quotidiano? Quais são as implicações que daí advêm para a formação dos futuros cidadãos e para o funcionamento da sociedade? As pessoas mais confiantes são mais felizes? Em todos os inquéritos europeus nos quais a confiança é tema, os portugueses destacam-se consistentemente pela desconfiança manifestada. Seja no plano individual, seja no institucional, os portugueses tendem a não confiar. Porquê? Sociólogos, psicólogos sociais, cientistas políticos, filósofos, têm procurado responder a esta pergunta. Tendo-se encontrado regularidades (por exemplo, baixos níveis de escolaridade, de bem-estar, de perceção de controlo sobre a vida ou de participação cívica estão associados a baixos níveis de confiança), ainda estão por encontrar os fatores que explicam por que razão os cidadãos dos países nórdicos apresentam os níveis mais altos de confiança e os portugueses (juntamente com cidadãos dos ex-países de Leste) os mais baixos.
Autores principais:Delicado, Ana
Outros Autores:Ramos, Alice; Ferreira, José Gomes; Guerra, João; Rowland, Jussara
Assunto:Cidadania Funcionamento da sociedade Participação cívica
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Porque confiamos uns nos outros ou nas instituições que regulam o nosso quotidiano? Quais são as implicações que daí advêm para a formação dos futuros cidadãos e para o funcionamento da sociedade? As pessoas mais confiantes são mais felizes? Em todos os inquéritos europeus nos quais a confiança é tema, os portugueses destacam-se consistentemente pela desconfiança manifestada. Seja no plano individual, seja no institucional, os portugueses tendem a não confiar. Porquê? Sociólogos, psicólogos sociais, cientistas políticos, filósofos, têm procurado responder a esta pergunta. Tendo-se encontrado regularidades (por exemplo, baixos níveis de escolaridade, de bem-estar, de perceção de controlo sobre a vida ou de participação cívica estão associados a baixos níveis de confiança), ainda estão por encontrar os fatores que explicam por que razão os cidadãos dos países nórdicos apresentam os níveis mais altos de confiança e os portugueses (juntamente com cidadãos dos ex-países de Leste) os mais baixos.