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Desenvolvimento de um sistema de lisotipia por bacteriófagos em Campylobacter spp

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os autores apresentam um sistema de lisotipia, desenvolvido para as estirpes de Campylobacter spp isoladas de vários agentes reservatórios (bovinos, suínos, ovinos, galináceos, palmípedes, ratos e pardais), com bacteriófagos obtidos em efluentes de bovinicultutas e suiniculturas. Um agrupamento de 14 fagos com um espectro lítico diferente foi testado em 186 estirpes, permitindo a tipificação de 80,1% (149/186) das mesmas e a identificação de 59 fagótipos distintos. A maioria das estirpes fagotipáveis pertencia ao primeiro biótipo de C. jejuni 92,9% e de C. coli 87,2%, à sub-espécie de O. fetus fetus 52,6% e a C. hyointestinalis 44,5%. De C. lati apenas se tipificaram 6,7% das estirpes. A reprodutibilidade e estabilidade dos resultados, bem como o poder discriminatório deste sistema de fagotipia sugere que pode contribuir, assim, de forma valiosa como instrumento epidemiológico na análise da disseminação de Campylobacter spp.
Autores principais:Rodrigues, J.
Outros Autores:Cabrita, José; Saavedra, M.; Penha Gonçalves, A.
Ano:1994
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os autores apresentam um sistema de lisotipia, desenvolvido para as estirpes de Campylobacter spp isoladas de vários agentes reservatórios (bovinos, suínos, ovinos, galináceos, palmípedes, ratos e pardais), com bacteriófagos obtidos em efluentes de bovinicultutas e suiniculturas. Um agrupamento de 14 fagos com um espectro lítico diferente foi testado em 186 estirpes, permitindo a tipificação de 80,1% (149/186) das mesmas e a identificação de 59 fagótipos distintos. A maioria das estirpes fagotipáveis pertencia ao primeiro biótipo de C. jejuni 92,9% e de C. coli 87,2%, à sub-espécie de O. fetus fetus 52,6% e a C. hyointestinalis 44,5%. De C. lati apenas se tipificaram 6,7% das estirpes. A reprodutibilidade e estabilidade dos resultados, bem como o poder discriminatório deste sistema de fagotipia sugere que pode contribuir, assim, de forma valiosa como instrumento epidemiológico na análise da disseminação de Campylobacter spp.