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O processo de internacionlização das empresas portuguesas da indústria da Cristalaria - vidro manual.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A necessidade por parte das empresas portuguesas em intemacionalizarem-se tem sido uma constante. As razões devem-se sobretudo à dimensão do mercado português que não permite um ganho em economias de escala, mas também devido à entrada da concorrência internacional que veio conquistar uma quota significativa do mercado interno. A cristalaria - vidro manual tem vindo ao longo dos últimos anos a atravessar um processo de internacionalização por questão de sobrevivência. Mas de que forma? Será que os apoios governamentais concedidos a este sector de actividade tradicional português têm permitido a entrada por parte das empresas em mercados internacionais de forma directa e não através de agentes e de distribuidores que controlam toda a cadeia de valor? Esta dissertação através de um estudo de caso da Vitrocristal, ACE e de entrevistas de profundidade ao universo das empresas de cristalaria - vidro manual analisa a existência de uma convergência nas formas de internacionalização utilizadas nas empresas, evidenciando que os industriais estão dependentes de agentes e distribuidores externos, ficando aquém do exigível em termos de controlo do seu processo de internacionalização.
Autores principais:Machado, Isabel
Assunto:Internacionalização forma de entrada vidro manual Intemationalization market entry manufactory glassware
Ano:2006
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A necessidade por parte das empresas portuguesas em intemacionalizarem-se tem sido uma constante. As razões devem-se sobretudo à dimensão do mercado português que não permite um ganho em economias de escala, mas também devido à entrada da concorrência internacional que veio conquistar uma quota significativa do mercado interno. A cristalaria - vidro manual tem vindo ao longo dos últimos anos a atravessar um processo de internacionalização por questão de sobrevivência. Mas de que forma? Será que os apoios governamentais concedidos a este sector de actividade tradicional português têm permitido a entrada por parte das empresas em mercados internacionais de forma directa e não através de agentes e de distribuidores que controlam toda a cadeia de valor? Esta dissertação através de um estudo de caso da Vitrocristal, ACE e de entrevistas de profundidade ao universo das empresas de cristalaria - vidro manual analisa a existência de uma convergência nas formas de internacionalização utilizadas nas empresas, evidenciando que os industriais estão dependentes de agentes e distribuidores externos, ficando aquém do exigível em termos de controlo do seu processo de internacionalização.