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Qualidade de vida no trabalho (importância):relações com o stress profissional e com o empenhamento organizacional afectivo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho procura-se explorar as relações existentes entre a importância da Qualidade de Vida no Trabalho, o Stress Profissional e o Empenhamento Organizacional Afectivo, assim como a relação entre as variáveis referidas e o sexo. As hipóteses apontam para: inexistência de relações entre a importância da Qualidade de Vida no Trabalho e o Stress Profissional, bem como entre os níveis de Stress Profissional e o Empenhamento Organizacional Afectivo; a existência de uma relação positiva entre a importância da Qualidade de Vida no Trabalho e o Empenhamento Organizacional Afectivo; existência de diferenças entre homens e mulheres na importância da Qualidade de Vida no Trabalho, nas escalas do Stress Profissional e no Empenhamento Organizacional Afectivo. Os instrumentos (Inventário sobre a Qualidade de Vida no Trabalho, Inventário sobre o Stress Profissional e Indicadores de Empenhamento Organizacional Afectivo) foram aplicados a uma amostra constituída por 310 participantes de ambos os sexos, de idades compreendidas entre os 19 e os 66 anos. As correlações encontradas entre variáveis foram fracas. Por outro lado foram encontrados valores significativamente diferentes no sexo feminino no que diz respeito à escala de severidade de Stress Profissional e à importância da Qualidade de Vida no Trabalho. São apontadas referências teóricas e empíricas e é documentada a importância da Qualidade de Vida no Trabalho para os indivíduos e para as organizações.
Autores principais:Vardevanyan, Hayane
Assunto:Qualidade de vida Stress profissional Empenhamento organizacional Teses de mestrado
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste trabalho procura-se explorar as relações existentes entre a importância da Qualidade de Vida no Trabalho, o Stress Profissional e o Empenhamento Organizacional Afectivo, assim como a relação entre as variáveis referidas e o sexo. As hipóteses apontam para: inexistência de relações entre a importância da Qualidade de Vida no Trabalho e o Stress Profissional, bem como entre os níveis de Stress Profissional e o Empenhamento Organizacional Afectivo; a existência de uma relação positiva entre a importância da Qualidade de Vida no Trabalho e o Empenhamento Organizacional Afectivo; existência de diferenças entre homens e mulheres na importância da Qualidade de Vida no Trabalho, nas escalas do Stress Profissional e no Empenhamento Organizacional Afectivo. Os instrumentos (Inventário sobre a Qualidade de Vida no Trabalho, Inventário sobre o Stress Profissional e Indicadores de Empenhamento Organizacional Afectivo) foram aplicados a uma amostra constituída por 310 participantes de ambos os sexos, de idades compreendidas entre os 19 e os 66 anos. As correlações encontradas entre variáveis foram fracas. Por outro lado foram encontrados valores significativamente diferentes no sexo feminino no que diz respeito à escala de severidade de Stress Profissional e à importância da Qualidade de Vida no Trabalho. São apontadas referências teóricas e empíricas e é documentada a importância da Qualidade de Vida no Trabalho para os indivíduos e para as organizações.