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Finis terræ, fora do mundo: notas sobre Jean Epstein e o mar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Depois de realizar, entre 1922 e 1928, uma série de filmes enquadrados no universo estilístico da Primeira Vanguarda Francesa, Jean Epstein deixou Paris para se instalar em Finistère, na Bretanha, onde realizaria, entre Finis Terræ (1929) e Les Feux de la Mer (1948), um conjunto de filmes que comporiam um “ciclo bretão”. Estes filmes contrapuseram ao artifício e à estetização da primeira fase uma nova estética marcada pelo abandono dos estúdios e pela utilização de actores não profissionais. O elemento mais importante destes filmes, no entanto, talvez seja o mar enquanto figura paradigmática do cinema. Nas notas que compõem este ensaio, considero algumas implicações teóricas e filosóficas desta viagem de Epstein, de Paris ao fim do mundo.
Autores principais:Bértolo, José
Assunto:Bretanha Cinema - França Impressionismo Epstein, Jean
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Depois de realizar, entre 1922 e 1928, uma série de filmes enquadrados no universo estilístico da Primeira Vanguarda Francesa, Jean Epstein deixou Paris para se instalar em Finistère, na Bretanha, onde realizaria, entre Finis Terræ (1929) e Les Feux de la Mer (1948), um conjunto de filmes que comporiam um “ciclo bretão”. Estes filmes contrapuseram ao artifício e à estetização da primeira fase uma nova estética marcada pelo abandono dos estúdios e pela utilização de actores não profissionais. O elemento mais importante destes filmes, no entanto, talvez seja o mar enquanto figura paradigmática do cinema. Nas notas que compõem este ensaio, considero algumas implicações teóricas e filosóficas desta viagem de Epstein, de Paris ao fim do mundo.