Publicação
Para além das horas: auto-conceito e consumo de relógios
| Resumo: | Cada pessoa tem uma imagem de si própria em termos de características físicas, comportamentos, hábitos, relações e posses, ou seja. um auto-conceito. No mundo actual o consumo simbólico e hedónico assume particular relevância no comportamento de consumo de várias categorias de produtos. Alguns produtos tornam-se mesmo parte integrante do projecto de definição, manutenção, desenvolvimento e melhoria do auto-conceito. O presente estudo foi desenvolvido com o intuito de explorar como se processa a relação interactiva entre o auto-conceito e o consumo de relógios. Foram recolhidos dados qualitativos através de um pedido de autobiografia de relógios e entrevistas em profundidade, complementados por informação de natureza quantitativa recolhida via aplicação de um questionário. Os resultados obtidos sugerem que os relógios podem constituir verdadeiros símbolos complementares do auto-conceito. O seu consumo está em grande medida associado a significados simbólicos, nomeadamente porque (1) expressam características individuais e sociais: (2) são usados para julgar e avaliar os outros e o "próprio"; e (3) localizam as pessoas nos diversos papéis e identidades que assumem na vida. Tal constatação reforça a importância da compreensão, pelos profissionais de marketing, de como muitos produtos (e.g., relógios) podem representar quem somos ou gostaríamos de ser, e de como a imagem que temos de nós próprios condiciona as decisões de consumo. |
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| Autores principais: | Correia, Tãnia Sofia dos Santos |
| Assunto: | Auto-conceito Consumo simbólico Interaccionismo simbólico Papel de identidade Congruência com auto-imagem Relógios Self-concept Symbolic consumption Symbolic interctionism Self-image congruence Wristwatches |
| Ano: | 2007 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Cada pessoa tem uma imagem de si própria em termos de características físicas, comportamentos, hábitos, relações e posses, ou seja. um auto-conceito. No mundo actual o consumo simbólico e hedónico assume particular relevância no comportamento de consumo de várias categorias de produtos. Alguns produtos tornam-se mesmo parte integrante do projecto de definição, manutenção, desenvolvimento e melhoria do auto-conceito. O presente estudo foi desenvolvido com o intuito de explorar como se processa a relação interactiva entre o auto-conceito e o consumo de relógios. Foram recolhidos dados qualitativos através de um pedido de autobiografia de relógios e entrevistas em profundidade, complementados por informação de natureza quantitativa recolhida via aplicação de um questionário. Os resultados obtidos sugerem que os relógios podem constituir verdadeiros símbolos complementares do auto-conceito. O seu consumo está em grande medida associado a significados simbólicos, nomeadamente porque (1) expressam características individuais e sociais: (2) são usados para julgar e avaliar os outros e o "próprio"; e (3) localizam as pessoas nos diversos papéis e identidades que assumem na vida. Tal constatação reforça a importância da compreensão, pelos profissionais de marketing, de como muitos produtos (e.g., relógios) podem representar quem somos ou gostaríamos de ser, e de como a imagem que temos de nós próprios condiciona as decisões de consumo. |
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