Publicação
Aplicação de modelos de Value-at-Risk com quebra de estrutura a rendibilidades do mercado acionista Português
| Resumo: | O presente estudo tem como objetivo aplicar modelos econométricos na previsão e modelação do risco de mercado, associado ao mercado de capital português. Value at Risk (VaR) é uma medida de avaliação de risco de mercado utilizada por instituições financeiras no cálculo de capital regulamentar. Segundo o comitê de Basileia, as instituições financeiras são obrigadas a divulgar os modelos de gestão de risco utilizados, bem como, os requisitos mínimos de capital para a cobertura dos diferentes tipos de risco, a que estão expostas. As recentes crises de natureza politica, económica e financeira, em especial, na zona euro, conduziram ao aumento da volatilidade dos mercados de capitais (incluindo o de Portugal). As séries financeiras apresentam mudança do comportamento da volatilidade ao longo do tempo, e apresentam características de não linearidade. Em alguns momentos o mercado está mais instável sujeito a mais choques e turbulência, em outros instantes os retornos dos ativos se alteram lentamente ao longo do tempo. Testamos a presença de quebras de estrutura através do teste de Bai Perron (2009). As quebras de estrutura em séries financeiras contribuem para que a distribuição das rendibilidades seja leptocúrtica e explicam o aumento da persistência dos modelos de volatilidade. Vamos modelar e prever a variância condicional (volatilidade) e consequentemente prever o VaR recorrendo aos modelos heterocedásticos GARCH(1,1), RiskMetrics, EGARCH(1,1) e GJR-GARCH(1,1), com as distribuições condicionais Gaussiana e t-Student. Na avaliação da performance de diferentes metodologias de previsão do Value-at-Risk são aplicadas técnicas de backtesting (Kupiec’s test, 1995, e Christoffersen’s test, 1998). |
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| Autores principais: | Leal, Aida Sofia Liliu Napoleão |
| Assunto: | Value-at-Risk GARCH RiskMetrics EGARCH GJR-GARCH Quebra de estrutura Teses de mestrado - 2013 |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente estudo tem como objetivo aplicar modelos econométricos na previsão e modelação do risco de mercado, associado ao mercado de capital português. Value at Risk (VaR) é uma medida de avaliação de risco de mercado utilizada por instituições financeiras no cálculo de capital regulamentar. Segundo o comitê de Basileia, as instituições financeiras são obrigadas a divulgar os modelos de gestão de risco utilizados, bem como, os requisitos mínimos de capital para a cobertura dos diferentes tipos de risco, a que estão expostas. As recentes crises de natureza politica, económica e financeira, em especial, na zona euro, conduziram ao aumento da volatilidade dos mercados de capitais (incluindo o de Portugal). As séries financeiras apresentam mudança do comportamento da volatilidade ao longo do tempo, e apresentam características de não linearidade. Em alguns momentos o mercado está mais instável sujeito a mais choques e turbulência, em outros instantes os retornos dos ativos se alteram lentamente ao longo do tempo. Testamos a presença de quebras de estrutura através do teste de Bai Perron (2009). As quebras de estrutura em séries financeiras contribuem para que a distribuição das rendibilidades seja leptocúrtica e explicam o aumento da persistência dos modelos de volatilidade. Vamos modelar e prever a variância condicional (volatilidade) e consequentemente prever o VaR recorrendo aos modelos heterocedásticos GARCH(1,1), RiskMetrics, EGARCH(1,1) e GJR-GARCH(1,1), com as distribuições condicionais Gaussiana e t-Student. Na avaliação da performance de diferentes metodologias de previsão do Value-at-Risk são aplicadas técnicas de backtesting (Kupiec’s test, 1995, e Christoffersen’s test, 1998). |
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