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"Velho por fora, novo por dentro" : a idade subjetiva e o impacto na sintomatologia depressiva

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação visa estudar a idade cronológica e a idade subjetiva (idade sentida e idade ideal), como possíveis indicadores da sintomatologia depressiva, numa amostra de adultos mais velhos da população geral portuguesa. Os objetivos são: 1) caracterizar a variável idade subjetiva; 2) analisar a existência de sintomatologia depressiva; 3) explorar a relação entre a idade subjetiva e a sintomatologia depressiva. Fizeram parte da amostra 219 participantes, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 65 e os 95 anos. Os instrumentos utilizados foram: um questionário sociodemográfico e a Escala de Depressão – CES-D, adaptada para a população portuguesa por Gonçalves e Fagulha (2003). Os resultados mostram que 1) a idade cronológica difere significativamente da idade subjetiva; 2) a idade sentida difere significativamente da idade ideal; 3) 25% da amostra pode ser diagnosticada com sintomatologia depressiva; 4) a idade sentida é a única variável que se correlaciona significativamente com a sintomatologia depressiva. Os resultados são discutidos de acordo com a literatura e são apontadas limitações ao estudo bem como sugestões para novas investigações.
Autores principais:Amor, Alexandra Margarida Mendes
Assunto:Envelhecimento Sintomas depressivos Terceira idade Teses de mestrado - 2017
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente investigação visa estudar a idade cronológica e a idade subjetiva (idade sentida e idade ideal), como possíveis indicadores da sintomatologia depressiva, numa amostra de adultos mais velhos da população geral portuguesa. Os objetivos são: 1) caracterizar a variável idade subjetiva; 2) analisar a existência de sintomatologia depressiva; 3) explorar a relação entre a idade subjetiva e a sintomatologia depressiva. Fizeram parte da amostra 219 participantes, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 65 e os 95 anos. Os instrumentos utilizados foram: um questionário sociodemográfico e a Escala de Depressão – CES-D, adaptada para a população portuguesa por Gonçalves e Fagulha (2003). Os resultados mostram que 1) a idade cronológica difere significativamente da idade subjetiva; 2) a idade sentida difere significativamente da idade ideal; 3) 25% da amostra pode ser diagnosticada com sintomatologia depressiva; 4) a idade sentida é a única variável que se correlaciona significativamente com a sintomatologia depressiva. Os resultados são discutidos de acordo com a literatura e são apontadas limitações ao estudo bem como sugestões para novas investigações.