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Fluxos de investimento directo Portugal-Brasil : uma caracterização geral

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A inserção de Portugal nos fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) adquiriu nos últimos anos uma característica qualitativamente nova: de país tradicionalmente importador líquido de capitais, Portugal, passou à categoria de exportador líquido. Para se ter uma ideia da dimensão desta nova realidade do país refira-se que, em 1999, o volume de Investimento Directo Português no Exterior (IDPE), em termos líquidos, foi cerca de cinco vezes o Investimento Directo Estrangeiro em Portugal (IDEP).
Autores principais:Mendonça, António
Outros Autores:Farto, Manuel; Ribeiro, Elivan; Dias, João
Assunto:Investimento directo estrangeiro Comércio internacional Portugal Brasil
Ano:2001
País:Portugal
Tipo de documento:working paper
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A inserção de Portugal nos fluxos de Investimento Directo Estrangeiro (IDE) adquiriu nos últimos anos uma característica qualitativamente nova: de país tradicionalmente importador líquido de capitais, Portugal, passou à categoria de exportador líquido. Para se ter uma ideia da dimensão desta nova realidade do país refira-se que, em 1999, o volume de Investimento Directo Português no Exterior (IDPE), em termos líquidos, foi cerca de cinco vezes o Investimento Directo Estrangeiro em Portugal (IDEP).