Publicação
A crise asiática : algumas hipóteses de interpretação
| Resumo: | Neste trabalho procuramos proceder a uma reflexão sobre a natureza da crise actual respondendo simultaneamente a algumas outras questões com ela relacionadas. O primeiro reafirma a existência de um verdadeiro “milagre económico asiático” e salienta os seus determinantes, designadamente a fortíssima importação de capitais, a produção para exportação apoiada na forte reputação da gestão macroeconómica. A crise das economias de este edo sul da Ásia, produz-se na sequência de um periodo relativamente longo de forte crescimento que se inicia num primeiro grupo de países na segunda metade da década de 60 e num segundo grupo na viragem da década de 70 para 80. A este forte crescimento corresponde também um processo de integração plena das economias na dinâmica da economia mundial que se afirma concretamente pela adopção generalizada de um modelo exportador e de abertura aos capitais externos. |
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| Autores principais: | Mendonça, António |
| Outros Autores: | Farto, Manuel |
| Assunto: | Globalização da economia Economia internacional Industrialização Sistema financeiro internacional Crise económica Crescimento económico Ásia |
| Ano: | 1999 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste trabalho procuramos proceder a uma reflexão sobre a natureza da crise actual respondendo simultaneamente a algumas outras questões com ela relacionadas. O primeiro reafirma a existência de um verdadeiro “milagre económico asiático” e salienta os seus determinantes, designadamente a fortíssima importação de capitais, a produção para exportação apoiada na forte reputação da gestão macroeconómica. A crise das economias de este edo sul da Ásia, produz-se na sequência de um periodo relativamente longo de forte crescimento que se inicia num primeiro grupo de países na segunda metade da década de 60 e num segundo grupo na viragem da década de 70 para 80. A este forte crescimento corresponde também um processo de integração plena das economias na dinâmica da economia mundial que se afirma concretamente pela adopção generalizada de um modelo exportador e de abertura aos capitais externos. |
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