Publicação
Cryptosporidium e Criptosporidiose
| Resumo: | Esta revisão aborda as características tanto do género Cryptosporidium como da doença por ele provocada, a criptosporidiose. Cryptosporidium é um parasita que infecta essencialmente as células epiteliais do trato gastrointestinal, caracterizando-se pelo principal sintoma, a diarreia, sendo esta uma doença verificada maioritariamente em imunocomprometidos. Este é excretado nas fezes, sendo usada na microscopia eletrónica ou a PCR (Polymerase Chain Reaction), para detetar a presença de oocistos ou até mesmo determinar a espécie. Os seus oocistos têm elevada resistência a diversos desinfetantes usados no tratamento de águas, tais como cloro, além disso são capazes de sobreviver em diversas superfícies levando à sua fácil transmissão. Quanto à terapêutica para esta doença não existe um fármaco 100% eficaz, sendo então utilizadas a nitazoxanida ou a paramomicina, acompanhadas de uma reposição de fluídos adequada. Contudo, até à data, não existe qualquer tipo de vacina, apesar dos diversos estudos existentes com vista ao desenvolvimento de uma. Assim sendo esta é uma doença de elevada importância sobretudo em países em desenvolvimento. É então de considerar o incentivo em pesquisas e desenvolvimento de novos fármacos ou mesmo de uma vacina e aplicação de medidas de prevenção mais eficazes. |
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| Autores principais: | Teixeira, Diana Lercas |
| Assunto: | Criptosporidiose Cryptosporidium Imunocomprometidos Mestrado Integrado - 2015 Paramomicina nitazoxanida |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Esta revisão aborda as características tanto do género Cryptosporidium como da doença por ele provocada, a criptosporidiose. Cryptosporidium é um parasita que infecta essencialmente as células epiteliais do trato gastrointestinal, caracterizando-se pelo principal sintoma, a diarreia, sendo esta uma doença verificada maioritariamente em imunocomprometidos. Este é excretado nas fezes, sendo usada na microscopia eletrónica ou a PCR (Polymerase Chain Reaction), para detetar a presença de oocistos ou até mesmo determinar a espécie. Os seus oocistos têm elevada resistência a diversos desinfetantes usados no tratamento de águas, tais como cloro, além disso são capazes de sobreviver em diversas superfícies levando à sua fácil transmissão. Quanto à terapêutica para esta doença não existe um fármaco 100% eficaz, sendo então utilizadas a nitazoxanida ou a paramomicina, acompanhadas de uma reposição de fluídos adequada. Contudo, até à data, não existe qualquer tipo de vacina, apesar dos diversos estudos existentes com vista ao desenvolvimento de uma. Assim sendo esta é uma doença de elevada importância sobretudo em países em desenvolvimento. É então de considerar o incentivo em pesquisas e desenvolvimento de novos fármacos ou mesmo de uma vacina e aplicação de medidas de prevenção mais eficazes. |
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