Publicação
Colecções coloniais de arqueologia: passado, presente e futuro
| Resumo: | As colecções coloniais de arqueologia recolhidas ao longo das missões científicas do século XX em antigos territórios ultramarinos, constituem um património único, cujo estudo exaustivo ainda se encontra por concluir. O interesse generalizado em finais do século XIX pela exploração do continente africano nas mais variadas áreas, proporcionou durante o século seguinte um aumento exponencial da produção científica aliada à recolha de materiais arqueológicos que foram sendo integrados em colecções com várias proveniências e progressivamente reunidas através dos esforços daqueles que reconheceram nesses artefactos o valor científico que estes detêm para o conhecimento da Pré-História naqueles territórios. Atendendo ao longo período de ocupação das ex-colónias portuguesas, importa reflectir nos factores que estiveram na origem destas recolhas de campo, na produção científica resultante dessas intervenções e no destino dos materiais recolhidos, aos quais impera no início do século XXI definir um novo rumo. O valioso acervo, incomparável a nível nacional e internacional, que constitui as colecções coloniais de arqueologia, está actualmente sob gestão da Universidade de Lisboa, procurando agora alargar o seu campo de acção, abrindo os espaços das reservas a um maior número de investigadores e alunos, o qual tem crescido na última década, mas também divulgá-lo junto do público, tornando-o cada vez mais acessível a todos aqueles que tenham interesse no estudo e conhecimento destes testemunhos. Aqui é apresentado o trabalho encetado para que esta nova fase na vida das colecções siga os trâmites necessários para a continuação do seu reconhecimento, enquanto património de pesquisa e consulta e sobretudo enquanto património gerador de conhecimento mundial. |
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| Autores principais: | Santos, Patrícia Augusto dos |
| Assunto: | Museu Nacional de História Natural e da Ciência. Colecções arqueológicas Expedições científicas - África - séc.19-20 Expedições arqueológicas - África - séc.19-20 Portugal - Colónias - África - Vestígios arqueológicos Teses de mestrado - 2021 |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As colecções coloniais de arqueologia recolhidas ao longo das missões científicas do século XX em antigos territórios ultramarinos, constituem um património único, cujo estudo exaustivo ainda se encontra por concluir. O interesse generalizado em finais do século XIX pela exploração do continente africano nas mais variadas áreas, proporcionou durante o século seguinte um aumento exponencial da produção científica aliada à recolha de materiais arqueológicos que foram sendo integrados em colecções com várias proveniências e progressivamente reunidas através dos esforços daqueles que reconheceram nesses artefactos o valor científico que estes detêm para o conhecimento da Pré-História naqueles territórios. Atendendo ao longo período de ocupação das ex-colónias portuguesas, importa reflectir nos factores que estiveram na origem destas recolhas de campo, na produção científica resultante dessas intervenções e no destino dos materiais recolhidos, aos quais impera no início do século XXI definir um novo rumo. O valioso acervo, incomparável a nível nacional e internacional, que constitui as colecções coloniais de arqueologia, está actualmente sob gestão da Universidade de Lisboa, procurando agora alargar o seu campo de acção, abrindo os espaços das reservas a um maior número de investigadores e alunos, o qual tem crescido na última década, mas também divulgá-lo junto do público, tornando-o cada vez mais acessível a todos aqueles que tenham interesse no estudo e conhecimento destes testemunhos. Aqui é apresentado o trabalho encetado para que esta nova fase na vida das colecções siga os trâmites necessários para a continuação do seu reconhecimento, enquanto património de pesquisa e consulta e sobretudo enquanto património gerador de conhecimento mundial. |
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