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Combustível para um forno: dinâmicas de ocupação de um espaço em Monte Mozinho (Penafiel) a partir de novos dados arqueobotânicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Entre 2008 e 2011, durante escavações no sector A-2008 do Castro de Monte Mozinho (Penafiel), foram recolhidas amostras sedimentares para análise arqueobotânica em contextos da Antiguidade Tardia associados a várias estruturas, como lareiras, um forno e fossas. Apresentam-se dados inéditos que permitem reinterpretar a totalidade do conjunto arqueobotânico, assim como os seus contextos de proveniência. Foram identificadas várias espécies usadas como combustível, em especial giesta, castanheiro e carvalho. A recolha de grãos de cereais, palha e ervas daninhas, associados a um forno, sugere que resíduos de processamento de cultivos foram utilizados como combustível. A similitude entre os conjuntos arqueobotânicos aponta para que o compartimento adjacente tenha sido utilizado como local de depósito dos resíduos da limpeza do forno.
Autores principais:Vaz, Filipe Costa
Outros Autores:Seabra, Luís; Tereso, João Pedro; Carvalho, Teresa Pires de
Assunto:Monte Mozinho Arqueobotânica Antiguidade tardia Forno alimentar Combustível Archaeobotany Late Antiquity Food oven Fuelwood
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Entre 2008 e 2011, durante escavações no sector A-2008 do Castro de Monte Mozinho (Penafiel), foram recolhidas amostras sedimentares para análise arqueobotânica em contextos da Antiguidade Tardia associados a várias estruturas, como lareiras, um forno e fossas. Apresentam-se dados inéditos que permitem reinterpretar a totalidade do conjunto arqueobotânico, assim como os seus contextos de proveniência. Foram identificadas várias espécies usadas como combustível, em especial giesta, castanheiro e carvalho. A recolha de grãos de cereais, palha e ervas daninhas, associados a um forno, sugere que resíduos de processamento de cultivos foram utilizados como combustível. A similitude entre os conjuntos arqueobotânicos aponta para que o compartimento adjacente tenha sido utilizado como local de depósito dos resíduos da limpeza do forno.