Publicação
Utilização das tecnologias de informação geográfica na produção de atlas digitais: o atlas de Portugal online
| Resumo: | O presente trabalho, realizado no âmbito do Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica e Modelação Territorial aplicados ao Ordenamento e executado no Instituto Geográfico Português, teve como objectivo o tratamento de informação geográfica para o projecto Atlas de Portugal Online, o qual visava a produção de um atlas temático electrónico de âmbito nacional. A informação geográfica tratada correspondeu aos chamados Temas de Fundo conhecidos como Limites Administrativos, Fronteiras nacionais, Linha de costa, Vias de Comunicação Terrestre e Centros Administrativos. Estes, que servem para enquadrar geograficamente as outras temáticas específicas, seriam ainda complementados com informação matricial, como o Relevo (MDT) e Imagens do território (de satélite ou ortofotos). A informação geográfica foi trabalhada para estar disponível num esquema de visualização multi-escalas, desde 1:1000 até 1:150 000 000, adaptando-se essa informação ao nível de detalhe adequado. Para isso foi necessário realizar um conjunto de processos de generalização, de forma a reduzir sucessivamente a complexidade dos elementos gráficos e dimensão dos ficheiros, para posterior disponibilização na Internet. No seguimento do processo de generalização, foram realizados pequenos ajustes pontuais, para garantir uma harmonização dos dados entre as várias escalas de visualização e para que os elementos gráficos conservem a sua característica ou forma. Este preceito implicou o estabelecimento de regras de visualização muito específicas, de modo a que esta informação só pudesse ser observável dentro dos limites de pormenor determinados para a escala a que foi destinada. Existiu também a necessidade evitar situações que dificultassem a leitura dos mapas, como por exemplo a representação de polígonos opacos sobre elementos lineares, o que implicou ajustamentos de simbologia. Por último, é ainda apresentada uma proposta de estrutura para um visualizador electrónico de mapas produzidos para o Atlas de Portugal Online. |
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| Autores principais: | Monteiro, João Miguel Morais |
| Assunto: | Sistemas de informação geográfica Cartografia Portugal - Atlas Relatório de estágio de mestrado - 2010 |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente trabalho, realizado no âmbito do Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica e Modelação Territorial aplicados ao Ordenamento e executado no Instituto Geográfico Português, teve como objectivo o tratamento de informação geográfica para o projecto Atlas de Portugal Online, o qual visava a produção de um atlas temático electrónico de âmbito nacional. A informação geográfica tratada correspondeu aos chamados Temas de Fundo conhecidos como Limites Administrativos, Fronteiras nacionais, Linha de costa, Vias de Comunicação Terrestre e Centros Administrativos. Estes, que servem para enquadrar geograficamente as outras temáticas específicas, seriam ainda complementados com informação matricial, como o Relevo (MDT) e Imagens do território (de satélite ou ortofotos). A informação geográfica foi trabalhada para estar disponível num esquema de visualização multi-escalas, desde 1:1000 até 1:150 000 000, adaptando-se essa informação ao nível de detalhe adequado. Para isso foi necessário realizar um conjunto de processos de generalização, de forma a reduzir sucessivamente a complexidade dos elementos gráficos e dimensão dos ficheiros, para posterior disponibilização na Internet. No seguimento do processo de generalização, foram realizados pequenos ajustes pontuais, para garantir uma harmonização dos dados entre as várias escalas de visualização e para que os elementos gráficos conservem a sua característica ou forma. Este preceito implicou o estabelecimento de regras de visualização muito específicas, de modo a que esta informação só pudesse ser observável dentro dos limites de pormenor determinados para a escala a que foi destinada. Existiu também a necessidade evitar situações que dificultassem a leitura dos mapas, como por exemplo a representação de polígonos opacos sobre elementos lineares, o que implicou ajustamentos de simbologia. Por último, é ainda apresentada uma proposta de estrutura para um visualizador electrónico de mapas produzidos para o Atlas de Portugal Online. |
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