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O palácio real do Alfeite: da fundação à contemporaneidade, século XVIII-XX: percursos e funcionalidades

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este edifício histórico que pertence à Marinha Portuguesa desde 1918 tem sido, desde o início, uma peça vital e infra-estrutura base da actividade desta instituição militar. O estudo deste Palácio que alberga o comando da Base Naval de Lisboa, instituição que orgulhosamente comemorou no ano de 2008 o seu quinquagésimo aniversário, insere-se nas comemorações patrocinadas pela Marinha Portuguesa, e tem o intuito de interligar a vertente militar à cultura e à educação. Embora apresente a vertente histórica do Palácio Real do Alfeite, incluindo a Quinta Real do Alfeite e as demais quintas que cresceram ao seu redor, esta dissertação visa, primordialmente, estudar o edifício sob outras perspectivas pouco abordadas até agora. Pretendemos compreender e divulgar as características artísticas e arquitectónicas do edifício através do estudo das campanhas de obras que modificaram o seu exterior e interior, adaptando-o às exigências que os seus proprietários lhe impuseram. Ambicionando igualmente integrar esta dissertação no âmbito mais amplo de criação de um projecto de divulgação e preservação do património histórico edificado pertencente à Marinha Portuguesa, queremos dar a conhecer um edifício olvidado que é, em si próprio, uma obra de arte. Para tal, procurámos estudar e divulgar os aspectos específicos do Palácio Real do Alfeite. Realçámos os marcos históricos mais relevantes do percurso do Palácio Real do Alfeite, abordando a sua integração, em 1690, na Casa do Infantado, a posterior transferência para a administração da Casa Real, em 1834 a passagem pelo difícil período da República até, finalmente, à sua transferência para a Marinha, em 1918. “O Palácio Real do Alfeite. Da fundação à contemporaneidade (século XVIII-XX).” Susana Maria Lopes Quaresma e Pereira Assim, são pontos importantes desta dissertação, as duas principais campanhas de obras, a primeira no século XVIII e a segunda no século XIX, que transformaram por completo, a casa senhorial existente antes da integração na Casa do Infantado e proporcionaram um espaço de lazer e recreio para usufruto do Infante e da Família Real. Quanto às obras referentes ao século XX restringidas ao interior do edifício apresentamos, apenas, um estudo preliminar pois o volume considerável de informação que conseguimos coligir merece, sem dúvida, um estudo exaustivo e autónomo deste. Salientamos ainda uma particularidade desta dissertação: – dedicámos um capítulo à extinta capela do Palácio Real do Alfeite por considerarmos singular a oportunidade de recorrer à Teoria da Cripto-História do Professor Doutor Vítor Serrão, para a conseguir fazer renascer.
Autores principais:Pereira, Susana Maria Lopes Quaresma e
Assunto:Portugal. Marinha de Guerra. Palácio Real do Alfeite (Lisboa, Portugal) Palácios - Portugal Património cultural - Portugal História da arte Teses de mestrado - 2010
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este edifício histórico que pertence à Marinha Portuguesa desde 1918 tem sido, desde o início, uma peça vital e infra-estrutura base da actividade desta instituição militar. O estudo deste Palácio que alberga o comando da Base Naval de Lisboa, instituição que orgulhosamente comemorou no ano de 2008 o seu quinquagésimo aniversário, insere-se nas comemorações patrocinadas pela Marinha Portuguesa, e tem o intuito de interligar a vertente militar à cultura e à educação. Embora apresente a vertente histórica do Palácio Real do Alfeite, incluindo a Quinta Real do Alfeite e as demais quintas que cresceram ao seu redor, esta dissertação visa, primordialmente, estudar o edifício sob outras perspectivas pouco abordadas até agora. Pretendemos compreender e divulgar as características artísticas e arquitectónicas do edifício através do estudo das campanhas de obras que modificaram o seu exterior e interior, adaptando-o às exigências que os seus proprietários lhe impuseram. Ambicionando igualmente integrar esta dissertação no âmbito mais amplo de criação de um projecto de divulgação e preservação do património histórico edificado pertencente à Marinha Portuguesa, queremos dar a conhecer um edifício olvidado que é, em si próprio, uma obra de arte. Para tal, procurámos estudar e divulgar os aspectos específicos do Palácio Real do Alfeite. Realçámos os marcos históricos mais relevantes do percurso do Palácio Real do Alfeite, abordando a sua integração, em 1690, na Casa do Infantado, a posterior transferência para a administração da Casa Real, em 1834 a passagem pelo difícil período da República até, finalmente, à sua transferência para a Marinha, em 1918. “O Palácio Real do Alfeite. Da fundação à contemporaneidade (século XVIII-XX).” Susana Maria Lopes Quaresma e Pereira Assim, são pontos importantes desta dissertação, as duas principais campanhas de obras, a primeira no século XVIII e a segunda no século XIX, que transformaram por completo, a casa senhorial existente antes da integração na Casa do Infantado e proporcionaram um espaço de lazer e recreio para usufruto do Infante e da Família Real. Quanto às obras referentes ao século XX restringidas ao interior do edifício apresentamos, apenas, um estudo preliminar pois o volume considerável de informação que conseguimos coligir merece, sem dúvida, um estudo exaustivo e autónomo deste. Salientamos ainda uma particularidade desta dissertação: – dedicámos um capítulo à extinta capela do Palácio Real do Alfeite por considerarmos singular a oportunidade de recorrer à Teoria da Cripto-História do Professor Doutor Vítor Serrão, para a conseguir fazer renascer.