Publicação
Avaliação da prevalência e posição de terceiros molares impactados de acordo com as classificações de Pell e Gregory e de Winter numa clínica universitária portuguesa
| Resumo: | OBJETIVO: Determinar a prevalência e posição de terceiros molares impactados de acordo com as classificações de Winter e de Pell e Gregory, numa clínica universitária portuguesa. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram analisadas as ortopantomografias realizadas pelos pacientes da FMDUL entre novembro de 2019 e maio de 2023. Os dados foram recolhidos por apenas um observador que apresentou uma taxa de concordância de 92,5%. Das ortopantomografias que respeitavam os critérios de inclusão e exclusão foram recolhidos diversos dados, entre os quais, a classificação de Winter e de Pell e Gregory. Foi considerado um nível de significância estatística de 5% (p < 0,05). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Foram analisadas 941 ortopantomografias. Destas, 23,7% apresentavam pelo menos um dente impactado e, em média, os pacientes apresentavam 2,2 dentes impactados. A prevalência de terceiros molares impactados foi de 12,4% e a presença de apenas um terceiro molar impactado foi o caso mais frequente (35%). O dente mais frequentemente impactado foi o dente 48 com 27,1%. A posição mais frequente nos terceiros molares superiores impactados, segundo a classificação de Winter, foi a posição distoangulada (48,6%) seguida pela posição vertical (29,3%), este resultado é corroborado pela literatura. Nos terceiros molares inferiores impactados, segundo a classificação de Winter, a posição mais frequente também foi a posição distoangulada (33,2%), este resultado diverge da literatura. Por fim, nos terceiros molares inferiores impactados, segundo a classificação de Pell e Gregory, a posição mais frequentemente encontrada foi a posição IIB (48%) seguida pela posição IIA (38,1%), resultado este que é corroborado pela literatura existente. CONCLUSÃO: Na população estudada, a prevalência de terceiros molares impactados foi de 12,4%. Segundo a classificação de Winter, a posição distoangulada foi a mais frequente, com 48,6% e 33,2%, no maxilar superior e inferior, respetivamente. Segundo a classificação de Pell e Gregory, 48% dos terceiros molares inferiores enquadram-se na posição IIB. |
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| Autores principais: | Oliveira, Fábio Miguel Silva |
| Assunto: | Teses de mestrado - 2023 Saúde Oral |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | OBJETIVO: Determinar a prevalência e posição de terceiros molares impactados de acordo com as classificações de Winter e de Pell e Gregory, numa clínica universitária portuguesa. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram analisadas as ortopantomografias realizadas pelos pacientes da FMDUL entre novembro de 2019 e maio de 2023. Os dados foram recolhidos por apenas um observador que apresentou uma taxa de concordância de 92,5%. Das ortopantomografias que respeitavam os critérios de inclusão e exclusão foram recolhidos diversos dados, entre os quais, a classificação de Winter e de Pell e Gregory. Foi considerado um nível de significância estatística de 5% (p < 0,05). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Foram analisadas 941 ortopantomografias. Destas, 23,7% apresentavam pelo menos um dente impactado e, em média, os pacientes apresentavam 2,2 dentes impactados. A prevalência de terceiros molares impactados foi de 12,4% e a presença de apenas um terceiro molar impactado foi o caso mais frequente (35%). O dente mais frequentemente impactado foi o dente 48 com 27,1%. A posição mais frequente nos terceiros molares superiores impactados, segundo a classificação de Winter, foi a posição distoangulada (48,6%) seguida pela posição vertical (29,3%), este resultado é corroborado pela literatura. Nos terceiros molares inferiores impactados, segundo a classificação de Winter, a posição mais frequente também foi a posição distoangulada (33,2%), este resultado diverge da literatura. Por fim, nos terceiros molares inferiores impactados, segundo a classificação de Pell e Gregory, a posição mais frequentemente encontrada foi a posição IIB (48%) seguida pela posição IIA (38,1%), resultado este que é corroborado pela literatura existente. CONCLUSÃO: Na população estudada, a prevalência de terceiros molares impactados foi de 12,4%. Segundo a classificação de Winter, a posição distoangulada foi a mais frequente, com 48,6% e 33,2%, no maxilar superior e inferior, respetivamente. Segundo a classificação de Pell e Gregory, 48% dos terceiros molares inferiores enquadram-se na posição IIB. |
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