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Avaliação da intercuspidação máxima de forma digital: estudo comparativo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: comparar os resultados obtidos na avaliação da intercuspidação máxima, número de contactos antagonistas e 1º contacto usando três métodos diferentes: papel de carbono (200 μm e 12 μm), T-Scan® Novus e TRIOS® 3. Materiais e métodos: Foi incluído no estudo um participante que respeitava os critérios de inclusão estabelecidos. Com o participante reclinado na cadeira, foi realizada uma avaliação dos contactos oclusais com papel de carbono de 200 μm e 12 μm, T-Scan® Novus e TRIOS® 3. Primeiramente, os métodos foram utilizados na análise da máxima intercuspidação habitual (MIH). De seguida, foi obtida a posição mandibular de relação cêntrica, através de desprogramação neuromuscular com lâminas de Long durante 10 minutos. Partindo dessa posição, foi avaliado o primeiro contacto oclusal. Resultados: Com o papel de carbono de 200 μm, as marcas com maior área e mais escuras encontravam-se nas cúspides funcionais dos dentes posteriores enquanto os primeiros contactos dentários nos molares. Com o papel de carbono de 12 μm, em MIH, a localização dos contactos foi semelhante ao anterior, sendo as marcas menores em área e número, e o primeiro contacto no primeiro molar esquerdo. Com o T-Scan® Novus, em MIH, verificaram-se contactos mais fortes ao nível dos dentes 12, 16 e 27 e o primeiro contacto no 26. Com o TRIOS® 3, em MIH, as maiores áreas de contacto foram ao nível dos molares esquerdos e, após desprogramação neuromuscular, os locais com menor distância interoclusal eram nos segundos pré-molares. Conclusão: O papel de articulação continua a ser um método prático e fiável uma vez que os resultados obtidos não foram muito diferentes dos outros métodos. Com o T-Scan® é possível obter maior informação em relação aos contactos dentários. Apesar de serem promissores, são necessários mais estudos para avaliar a precisão dos scanners intraorais na avaliação dos contactos dentários.
Autores principais:Bruschy, Duarte de Bragança da Silva
Assunto:Oclusão Teses de mestrado - 2018
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivo: comparar os resultados obtidos na avaliação da intercuspidação máxima, número de contactos antagonistas e 1º contacto usando três métodos diferentes: papel de carbono (200 μm e 12 μm), T-Scan® Novus e TRIOS® 3. Materiais e métodos: Foi incluído no estudo um participante que respeitava os critérios de inclusão estabelecidos. Com o participante reclinado na cadeira, foi realizada uma avaliação dos contactos oclusais com papel de carbono de 200 μm e 12 μm, T-Scan® Novus e TRIOS® 3. Primeiramente, os métodos foram utilizados na análise da máxima intercuspidação habitual (MIH). De seguida, foi obtida a posição mandibular de relação cêntrica, através de desprogramação neuromuscular com lâminas de Long durante 10 minutos. Partindo dessa posição, foi avaliado o primeiro contacto oclusal. Resultados: Com o papel de carbono de 200 μm, as marcas com maior área e mais escuras encontravam-se nas cúspides funcionais dos dentes posteriores enquanto os primeiros contactos dentários nos molares. Com o papel de carbono de 12 μm, em MIH, a localização dos contactos foi semelhante ao anterior, sendo as marcas menores em área e número, e o primeiro contacto no primeiro molar esquerdo. Com o T-Scan® Novus, em MIH, verificaram-se contactos mais fortes ao nível dos dentes 12, 16 e 27 e o primeiro contacto no 26. Com o TRIOS® 3, em MIH, as maiores áreas de contacto foram ao nível dos molares esquerdos e, após desprogramação neuromuscular, os locais com menor distância interoclusal eram nos segundos pré-molares. Conclusão: O papel de articulação continua a ser um método prático e fiável uma vez que os resultados obtidos não foram muito diferentes dos outros métodos. Com o T-Scan® é possível obter maior informação em relação aos contactos dentários. Apesar de serem promissores, são necessários mais estudos para avaliar a precisão dos scanners intraorais na avaliação dos contactos dentários.