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Impacto de um programa comunitário de exercício físico na dor crónica em pessoas com Diabetes Tipo 2

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Detalhes bibliográficos
Resumo:INTRODUÇÃO: A dor é uma das principais razões pelas quais as pessoas procuram atendimento médico e é especialmente problemática para pessoas com diabetes, além de causar sofrimento psicológico e incapacidades físicas. Assim, é importante considerar a dor ao explorar intervenções direcionadas a esta população. Este trabalho teve o objetivo de analisar o impacto de um programa de exercício físico na dor crónica de pessoas com diabetes do tipo 2. METODOLOGIA: A amostra final deste estudo contou com 46 pessoas com diabetes tipo 2 (63% mulheres e 37% homens, com idade média de 62,96 ± 7,15 anos). Os indivíduos participaram durante 9 meses no programa Diabetes em Movimento® na cidade de Vila Real. A variável dor foi avaliada pelo Inventário Breve da Dor (Brief Pain Inventory – BPI), que inclui 15 itens que avaliam a existência, severidade, localização, interferência funcional, estratégias terapêuticas aplicadas e eficácia do tratamento da dor. RESULTADOS: 34 pessoas (73,9%) reportaram dor. Os segmentos mais acometidos pela dor foram coluna cervical e lombar (35,2%), ombros (23,5%) e joelhos (14,7%). Após a realização do programa, a média da dor mínima diminuiu significativamente (de 2,65 ± 0,34 para 1,62 ± 0,34, p=0,017). O exercício reduziu ainda, de forma significativa, a interferência da dor no prazer de viver da população estudada (de 3,59 ± 0,58 para 1,31 ± 0,47, p=0,002). CONCLUSÃO: O programa comunitário de exercício físico contribuiu para a redução da dor e diminuiu o quanto a dor interferia no prazer de viver de pessoas com diabetes tipo 2.
Autores principais:Correia, Amanda Aguiar
Assunto:neuropatia diabética diabetes mellitus
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:INTRODUÇÃO: A dor é uma das principais razões pelas quais as pessoas procuram atendimento médico e é especialmente problemática para pessoas com diabetes, além de causar sofrimento psicológico e incapacidades físicas. Assim, é importante considerar a dor ao explorar intervenções direcionadas a esta população. Este trabalho teve o objetivo de analisar o impacto de um programa de exercício físico na dor crónica de pessoas com diabetes do tipo 2. METODOLOGIA: A amostra final deste estudo contou com 46 pessoas com diabetes tipo 2 (63% mulheres e 37% homens, com idade média de 62,96 ± 7,15 anos). Os indivíduos participaram durante 9 meses no programa Diabetes em Movimento® na cidade de Vila Real. A variável dor foi avaliada pelo Inventário Breve da Dor (Brief Pain Inventory – BPI), que inclui 15 itens que avaliam a existência, severidade, localização, interferência funcional, estratégias terapêuticas aplicadas e eficácia do tratamento da dor. RESULTADOS: 34 pessoas (73,9%) reportaram dor. Os segmentos mais acometidos pela dor foram coluna cervical e lombar (35,2%), ombros (23,5%) e joelhos (14,7%). Após a realização do programa, a média da dor mínima diminuiu significativamente (de 2,65 ± 0,34 para 1,62 ± 0,34, p=0,017). O exercício reduziu ainda, de forma significativa, a interferência da dor no prazer de viver da população estudada (de 3,59 ± 0,58 para 1,31 ± 0,47, p=0,002). CONCLUSÃO: O programa comunitário de exercício físico contribuiu para a redução da dor e diminuiu o quanto a dor interferia no prazer de viver de pessoas com diabetes tipo 2.