Publicação
Espírito empresarial e empreendedorismo feminino: no Alto Tâmega
| Resumo: | Os estudos sobre empreendedorismo feminino têm sido inspirados por questões de igualdade de género e salientam que as disparidades entre homens e mulheres em termos de empreendedorismo são elevadas e persistentes a vários níveis, incluindo na apetência subjetiva para o empreendedorismo, na dimensão das empresas, no desempenho financeiro e no acesso e utilização de capital financeiro. Apesar da evolução dos tempos, na nossa sociedade ainda persiste a discriminação com base no género, o que se traduz em maiores dificuldades para o sexo feminino comparando com o sexo masculino em iniciar e gerir o seu próprio negócio. As pesquisas e as políticas têm vindo a alimentar a ideia de que as mulheres empresárias têm outros objetivos para além da maximização dos lucros, e a forma mais vasta como medem o seu desempenho realça o seu contributo para o desenvolvimento económico e social. As questões sobre as barreiras e obstáculos que as mulheres empreendedoras sofrem são levantadas no debate sobre género e empreendedorismo, isso geralmente é feito a partir da perspetiva de que as mulheres empresárias são um recurso inexplorado e têm potencial em atingir níveis elevados no desempenho económico de um país, assumindo por isso um papel predominante e fundamental. Além do atrás mencionado a igualdade de género é um dos argumentos subjacentes ao apoio às empresárias no âmbito da União Europeia. O crescimento global do empreendedorismo feminino nas últimas décadas tem sido acompanhado por um aumento no grau de escolaridade. Diferentes aspetos do empreendedorismo são estudados incluindo o indivíduo, a organização e o ambiente. O presente trabalho de investigação que intitulamos de “Espírito empresarial e empreendedorismo Feminino: no Alto Tâmega”, surgiu como forma de encontrarmos respostas para o seguinte objetivo geral: Compreender o fenómeno do empreendedorismo feminino no Alto Tâmega, e estudar os fatores que caraterizam a mulher empreendedora na região e o seu espirito empresarial, isto é, a sua a capacidade para transformar ideias em atos, através da criação da sua própria empresa. Para o efeito iremos recorrer a uma metodologia de caráter qualitativo mas também quantitativo, com recurso ao inquérito e à entrevista como instrumentos de recolha de dados. Nesta investigação pretendemos averiguar se as empreendedoras do sexo feminino, são um recurso inexplorado, com potencial para contribuir para o desempenho e/ou desenvolvimento da região do Alto Tâmega, sendo elas uma necessidade ou uma realidade existente. |
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| Autores principais: | Fernandes, Sabina do Alvar |
| Assunto: | Empreendedorismo feminino Alto Tâmega (Distrito de Vila Real, Portugal) Mulheres que trabalham por conta própria |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | Os estudos sobre empreendedorismo feminino têm sido inspirados por questões de igualdade de género e salientam que as disparidades entre homens e mulheres em termos de empreendedorismo são elevadas e persistentes a vários níveis, incluindo na apetência subjetiva para o empreendedorismo, na dimensão das empresas, no desempenho financeiro e no acesso e utilização de capital financeiro. Apesar da evolução dos tempos, na nossa sociedade ainda persiste a discriminação com base no género, o que se traduz em maiores dificuldades para o sexo feminino comparando com o sexo masculino em iniciar e gerir o seu próprio negócio. As pesquisas e as políticas têm vindo a alimentar a ideia de que as mulheres empresárias têm outros objetivos para além da maximização dos lucros, e a forma mais vasta como medem o seu desempenho realça o seu contributo para o desenvolvimento económico e social. As questões sobre as barreiras e obstáculos que as mulheres empreendedoras sofrem são levantadas no debate sobre género e empreendedorismo, isso geralmente é feito a partir da perspetiva de que as mulheres empresárias são um recurso inexplorado e têm potencial em atingir níveis elevados no desempenho económico de um país, assumindo por isso um papel predominante e fundamental. Além do atrás mencionado a igualdade de género é um dos argumentos subjacentes ao apoio às empresárias no âmbito da União Europeia. O crescimento global do empreendedorismo feminino nas últimas décadas tem sido acompanhado por um aumento no grau de escolaridade. Diferentes aspetos do empreendedorismo são estudados incluindo o indivíduo, a organização e o ambiente. O presente trabalho de investigação que intitulamos de “Espírito empresarial e empreendedorismo Feminino: no Alto Tâmega”, surgiu como forma de encontrarmos respostas para o seguinte objetivo geral: Compreender o fenómeno do empreendedorismo feminino no Alto Tâmega, e estudar os fatores que caraterizam a mulher empreendedora na região e o seu espirito empresarial, isto é, a sua a capacidade para transformar ideias em atos, através da criação da sua própria empresa. Para o efeito iremos recorrer a uma metodologia de caráter qualitativo mas também quantitativo, com recurso ao inquérito e à entrevista como instrumentos de recolha de dados. Nesta investigação pretendemos averiguar se as empreendedoras do sexo feminino, são um recurso inexplorado, com potencial para contribuir para o desempenho e/ou desenvolvimento da região do Alto Tâmega, sendo elas uma necessidade ou uma realidade existente. |
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