Publicação
Espaços exteriores no ensino das ciências na educação pré-escolar
| Resumo: | O presente Relatório de Estágio descreve a prática pedagógica realizada no Estágio I na Educação Pré-Escolar. O contacto mais próximo desta realidade permitiu reflexões mais ponderadas sobre os métodos/estratégias a utilizar para a obtenção de um ensino mais eficaz. Interessa, antes de mais, caraterizar o local de estágio, uma vez que segundo alguns autores, o espaço sociogeográfico se manifesta preponderante no processo ensino de aprendizagem. O Estágio I foi realizado no Jardim de Infância da EB1 n.º2, que situa-se na cidade de Vila Real, com um grupo de 25 crianças, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos e decorreu de 10 de março até 3 de junho de 2014. Os espaços exteriores são espaços educativos, dessa forma, o espaço de recreio e o espaço da horta são apropriados para as aprendizagens das crianças, não só no Ensino das Ciências, mas também nas outras áreas, pois proporcionam grandes vivências e experiências, evidenciando o seu caráter transversal. Cabe ao educador aproveitar tais potencialidades que os espaços ao ar livre oferecem, uma vez que estes espaços possibilitam a vivência de situações educativas intencionalmente planeadas e a realização de atividades informais. Mas, esta dupla função exige que a sua organização seja cuidadosamente pensada, devendo os materiais e equipamentos corresponder a critérios de qualidade e segurança. Assim, pretendemos enfatizar o papel dos espaços exteriores, designadamente o espaço de horta, o espaço de recreio e as respetivas normas de segurança. A fundamentação desta temática está assente numa revisão literária competente, mas mais ainda na descrição das atividades práticas desenvolvidas ao longo do estágio no Pré-Escolar e que dão conta da importância dos espaços exteriores nas aprendizagens do Ensino das Ciências. |
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| Autores principais: | Santos, Liliana Patrícia Coelho |
| Assunto: | Estágios pedagógicos Educação pré-escolar Ensino das ciências Recreio Crianças Aprendizagem Espaços exteriores Espaço da horta |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | O presente Relatório de Estágio descreve a prática pedagógica realizada no Estágio I na Educação Pré-Escolar. O contacto mais próximo desta realidade permitiu reflexões mais ponderadas sobre os métodos/estratégias a utilizar para a obtenção de um ensino mais eficaz. Interessa, antes de mais, caraterizar o local de estágio, uma vez que segundo alguns autores, o espaço sociogeográfico se manifesta preponderante no processo ensino de aprendizagem. O Estágio I foi realizado no Jardim de Infância da EB1 n.º2, que situa-se na cidade de Vila Real, com um grupo de 25 crianças, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos e decorreu de 10 de março até 3 de junho de 2014. Os espaços exteriores são espaços educativos, dessa forma, o espaço de recreio e o espaço da horta são apropriados para as aprendizagens das crianças, não só no Ensino das Ciências, mas também nas outras áreas, pois proporcionam grandes vivências e experiências, evidenciando o seu caráter transversal. Cabe ao educador aproveitar tais potencialidades que os espaços ao ar livre oferecem, uma vez que estes espaços possibilitam a vivência de situações educativas intencionalmente planeadas e a realização de atividades informais. Mas, esta dupla função exige que a sua organização seja cuidadosamente pensada, devendo os materiais e equipamentos corresponder a critérios de qualidade e segurança. Assim, pretendemos enfatizar o papel dos espaços exteriores, designadamente o espaço de horta, o espaço de recreio e as respetivas normas de segurança. A fundamentação desta temática está assente numa revisão literária competente, mas mais ainda na descrição das atividades práticas desenvolvidas ao longo do estágio no Pré-Escolar e que dão conta da importância dos espaços exteriores nas aprendizagens do Ensino das Ciências. |
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