Publicação
Agalaxia contagiosa em pequenos ruminantes: análise clínica e epidemiológica
| Resumo: | A agalaxia contagiosa é uma micoplasmose que afeta pequenos ruminantes e causa mastites, agalaxia, poliartrites, queratoconjutivites e, ocasionalmente, aborto e pneumonia. Para melhor compreender a epidemiologia e a prevenção e controlo da agalaxia contagiosa no distrito de Bragança, foi realizado, entre janeiro de 2020 e dezembro de 2021, um estudo transversal para estimar a ocorrência da doença em ovinos e caprinos. Foi aplicado um questionário a 108 rebanhos. A análise da associação entre as diferentes variáveis foi realizada pelo método do qui-quadrado. Um nível de significância de p<0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Neste estudo, 28,7% dos lotes estudados relataram diagnóstico prévio de agalaxia contagiosa. A ocorrência foi maior nos rebanhos caprinos (71,4%) (p<0,05). A ocorrência foi maior em rebanhos de aptidão mista (58,6%; p<0,05) e em sistemas de produção intensivos (80%; p=0,009). Surpreendentemente, a ocorrência foi maior nos rebanhos onde os produtores tinham formação em produção pecuária (45,8%; p=0,041). Os resultados encontrados neste estudo corroboram as recomendações atuais para o controlo da agalaxia contagiosa em pequenos ruminantes. A formação dos produtores em maneio correto e eficiente das explorações pode constituir uma ferramenta importante no que concerne à prevenção e à diminuição da ocorrência da síndrome, e por consequência, contribuir para o aumento da produtividade dos efetivos de pequenos ruminantes. |
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| Autores principais: | Morais, Francisco Gonçalves de |
| Assunto: | Agalaxia contagiosa pequenos ruminantes |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | A agalaxia contagiosa é uma micoplasmose que afeta pequenos ruminantes e causa mastites, agalaxia, poliartrites, queratoconjutivites e, ocasionalmente, aborto e pneumonia. Para melhor compreender a epidemiologia e a prevenção e controlo da agalaxia contagiosa no distrito de Bragança, foi realizado, entre janeiro de 2020 e dezembro de 2021, um estudo transversal para estimar a ocorrência da doença em ovinos e caprinos. Foi aplicado um questionário a 108 rebanhos. A análise da associação entre as diferentes variáveis foi realizada pelo método do qui-quadrado. Um nível de significância de p<0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Neste estudo, 28,7% dos lotes estudados relataram diagnóstico prévio de agalaxia contagiosa. A ocorrência foi maior nos rebanhos caprinos (71,4%) (p<0,05). A ocorrência foi maior em rebanhos de aptidão mista (58,6%; p<0,05) e em sistemas de produção intensivos (80%; p=0,009). Surpreendentemente, a ocorrência foi maior nos rebanhos onde os produtores tinham formação em produção pecuária (45,8%; p=0,041). Os resultados encontrados neste estudo corroboram as recomendações atuais para o controlo da agalaxia contagiosa em pequenos ruminantes. A formação dos produtores em maneio correto e eficiente das explorações pode constituir uma ferramenta importante no que concerne à prevenção e à diminuição da ocorrência da síndrome, e por consequência, contribuir para o aumento da produtividade dos efetivos de pequenos ruminantes. |
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