Publicação
O jogo popular infantil como meio de educação e de intervenção comunitária
| Resumo: | O jogo infantil é um elemento fundamental no desenvolvimento motor, cognitivo e social da criança. Através do jogo e das atividades lúdicas, a criança conhece e desenvolve as suas habilidades motoras, amplia e fortalece as suas capacidades cognitivas e aprende a lidar e a conviver socialmente com os outros e com o meio que a rodeia. A riqueza dos jogos infantis está bem evidente na grande diversidade de jogos infantis existentes. Entre muitos, encontramos os chamados jogos populares infantis. Os jogos populares infantis são dos jogos mais antigos, já que chegaram até nós oralmente através dos nossos antepassados, transportam características de tempos remotos e contêm marcas da cultura ancestral de um povo, fazem parte da nossa história e do nosso património cultural. Destaca-se, além de todos os elementos históricos e culturais que lhe são adjacentes, a sua vertente pedagógica e social. A nível social, os jogos populares infantis incitam a curiosidade, proporcionam grandes momentos de convívio e interação social e promovem a coesão (social), aproximando diferentes gerações. São atividades que permitem a intergeracionalidade, dado que o seu carácter lúdico possibilita a permuta e transversalidade entre culturas distintas. São, então, atividades potencialmente multiculturais. No que respeita a vertente pedagógica, ressalva-se que, através destes jogos, podem ser transmitidos conhecimentos históricos, culturais e educativos, dentro das mais diversas formas de educação, formal, não formal e informal. Equitativamente, também difundem valores sociais, de harmonia, convívio e confraternização; possibilitam, deste modo, momentos lúdicos de envolvência e desenvolvimento de comunidades. Nesta investigação recorremos a um estudo de caso, direcionado aos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Armamar e à comunidade de Vila Seca. Como técnicas de recolha de dados, utilizámos o inquérito por entrevista e a observação participante, resultantes de um Encontro Intergeracional de Jogos Populares, por nós concretizado. |
|---|---|
| Autores principais: | Proença, Ana Isabel Correia |
| Assunto: | Jogo infantil Jogo popular Cultura Educação Tradição |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | O jogo infantil é um elemento fundamental no desenvolvimento motor, cognitivo e social da criança. Através do jogo e das atividades lúdicas, a criança conhece e desenvolve as suas habilidades motoras, amplia e fortalece as suas capacidades cognitivas e aprende a lidar e a conviver socialmente com os outros e com o meio que a rodeia. A riqueza dos jogos infantis está bem evidente na grande diversidade de jogos infantis existentes. Entre muitos, encontramos os chamados jogos populares infantis. Os jogos populares infantis são dos jogos mais antigos, já que chegaram até nós oralmente através dos nossos antepassados, transportam características de tempos remotos e contêm marcas da cultura ancestral de um povo, fazem parte da nossa história e do nosso património cultural. Destaca-se, além de todos os elementos históricos e culturais que lhe são adjacentes, a sua vertente pedagógica e social. A nível social, os jogos populares infantis incitam a curiosidade, proporcionam grandes momentos de convívio e interação social e promovem a coesão (social), aproximando diferentes gerações. São atividades que permitem a intergeracionalidade, dado que o seu carácter lúdico possibilita a permuta e transversalidade entre culturas distintas. São, então, atividades potencialmente multiculturais. No que respeita a vertente pedagógica, ressalva-se que, através destes jogos, podem ser transmitidos conhecimentos históricos, culturais e educativos, dentro das mais diversas formas de educação, formal, não formal e informal. Equitativamente, também difundem valores sociais, de harmonia, convívio e confraternização; possibilitam, deste modo, momentos lúdicos de envolvência e desenvolvimento de comunidades. Nesta investigação recorremos a um estudo de caso, direcionado aos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Armamar e à comunidade de Vila Seca. Como técnicas de recolha de dados, utilizámos o inquérito por entrevista e a observação participante, resultantes de um Encontro Intergeracional de Jogos Populares, por nós concretizado. |
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