Publicação
Doença cística adventicial da artéria popliteia: excisão sem reconstrução arterial
| Resumo: | INTRODUÇÃO: A doença cística da adventícia é uma condição vascular rara e que afeta na maioria dos casos a artéria poplítea. Habitualmente cursa com claudicação intermitente durante o exercício. CASO CLÍNICO: Descreve-se um caso clínico de uma doente com doença cística da adventícia da artéria poplítea. A apresentação clínica foi sob a forma de claudicação intermitente gemelar direita. Procedeu-se ao tratamento cirúrgico, por abordagem posterior, com exérese do quisto mantendo a integridade da parede luminal. Assim, não se verificou a necessidade de reconstrução arterial. DISCUSSÃO: Possíveis etiologias incluem traumatismo, doença sistémica, doença sinovial ou alterações do desenvolvimento embrionário. O tratamento depende do vaso afetado e a remoção do quisto com preservação ou substituição arterial tem apresentado resultados promissores. O seguimento a longo prazo é mandatório, atendendo ao risco de recidiva. |
|---|---|
| Autores principais: | Soares, Tiago |
| Outros Autores: | Dias, Paulo; Sampaio, Sérgio; Teixeira, José |
| Assunto: | Doença cística da adventícia claudicação doença vascular não aterosclerótica artéria poplítea |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular |
| Idioma: | português |
| Origem: | Angiologia e Cirurgia Vascular |
| Resumo: | INTRODUÇÃO: A doença cística da adventícia é uma condição vascular rara e que afeta na maioria dos casos a artéria poplítea. Habitualmente cursa com claudicação intermitente durante o exercício. CASO CLÍNICO: Descreve-se um caso clínico de uma doente com doença cística da adventícia da artéria poplítea. A apresentação clínica foi sob a forma de claudicação intermitente gemelar direita. Procedeu-se ao tratamento cirúrgico, por abordagem posterior, com exérese do quisto mantendo a integridade da parede luminal. Assim, não se verificou a necessidade de reconstrução arterial. DISCUSSÃO: Possíveis etiologias incluem traumatismo, doença sistémica, doença sinovial ou alterações do desenvolvimento embrionário. O tratamento depende do vaso afetado e a remoção do quisto com preservação ou substituição arterial tem apresentado resultados promissores. O seguimento a longo prazo é mandatório, atendendo ao risco de recidiva. |
|---|