Publicação
Os Desafios da Artilharia Antiaérea Face ao Novo Quadro de Ameaças
| Resumo: | A Artilharia Antiaérea Portuguesa tem vindo ao longo do tempo a perder capacidades de combater os diferentes espectros da ameaça. Essa perda de capacidades é derivada basicamente da desactualização dos nossos sistemas e equipamentos. A Artilharia Antiaérea integra na actualidade um papel de extrema importância, tendo por missão garantir a liberdade de acção às Forças Terrestres e defesa de pontos e áreas sensíveis, tanto em território nacional como fora dele,através de uma Defesa Antiaérea ajustada e eficaz. Esta defesa contempla para além da ameaça convencional uma capacidade de defender contra as ameaças emergentes que fazem parte do actual quadro de ameaças. O Trabalho de Investigação Aplicada que foi proposto, apresenta um estudo sobre a Defesa Antiaérea, especificamente da Artilharia Antiaérea, face ao actual quadro de ameaças. Sendo assim, os principais objectivos do meu trabalho visam analisar as lacunas existentes da Artilharia Antiaérea, se existirem, e adequa -la a uma defesa capaz de fazer frente ao actual quadro de ameaças, enunciado um conjunto das características e equipamentos que esta deve deter. A título metodológico recorreu-se ao método dedutivo, consagrando-se conceitos gerais em situações particulares, valendo -se a uma extensa pesquisa bibliográfica relacionados com a área em questão. Esta análise, mostrou uma modificação na ameaça aérea passando actualmente a ser encarado como tal, os mísseis balísticos tácticos, os mísseis cruzeiro, os foguetes, artilharia e morteiros e as aeronaves civis desviadas para atentados terroristas de nome Renegade. A Artilharia Antiaérea, para fazer face às novas ameaças, deverá estar equipada com sistemas de defesa aérea de média e grande altitude, de defesa aérea de curto alcance e baixa e muita baixa altitude e meios contra foguetes, artilharia e morteiros. Após ter sido feita uma análise da Defesa Aérea de Portugal, ao nível do que já existe da Artilharia Antiaérea, quais as lacunas e características que podem ser melhoradas, perante o actual quadro de ameaças. |
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| Autores principais: | Fonseca, Henrique |
| Assunto: | Artilharia Antiaérea Defesa Antiaérea Actual Quadro de Ameaças |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Academia Militar |
| Idioma: | português |
| Origem: | Academia Militar |
| Resumo: | A Artilharia Antiaérea Portuguesa tem vindo ao longo do tempo a perder capacidades de combater os diferentes espectros da ameaça. Essa perda de capacidades é derivada basicamente da desactualização dos nossos sistemas e equipamentos. A Artilharia Antiaérea integra na actualidade um papel de extrema importância, tendo por missão garantir a liberdade de acção às Forças Terrestres e defesa de pontos e áreas sensíveis, tanto em território nacional como fora dele,através de uma Defesa Antiaérea ajustada e eficaz. Esta defesa contempla para além da ameaça convencional uma capacidade de defender contra as ameaças emergentes que fazem parte do actual quadro de ameaças. O Trabalho de Investigação Aplicada que foi proposto, apresenta um estudo sobre a Defesa Antiaérea, especificamente da Artilharia Antiaérea, face ao actual quadro de ameaças. Sendo assim, os principais objectivos do meu trabalho visam analisar as lacunas existentes da Artilharia Antiaérea, se existirem, e adequa -la a uma defesa capaz de fazer frente ao actual quadro de ameaças, enunciado um conjunto das características e equipamentos que esta deve deter. A título metodológico recorreu-se ao método dedutivo, consagrando-se conceitos gerais em situações particulares, valendo -se a uma extensa pesquisa bibliográfica relacionados com a área em questão. Esta análise, mostrou uma modificação na ameaça aérea passando actualmente a ser encarado como tal, os mísseis balísticos tácticos, os mísseis cruzeiro, os foguetes, artilharia e morteiros e as aeronaves civis desviadas para atentados terroristas de nome Renegade. A Artilharia Antiaérea, para fazer face às novas ameaças, deverá estar equipada com sistemas de defesa aérea de média e grande altitude, de defesa aérea de curto alcance e baixa e muita baixa altitude e meios contra foguetes, artilharia e morteiros. Após ter sido feita uma análise da Defesa Aérea de Portugal, ao nível do que já existe da Artilharia Antiaérea, quais as lacunas e características que podem ser melhoradas, perante o actual quadro de ameaças. |
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