Publicação
Força de Reacção Imediata - FRI: Missões Atribuídas ao Núcleo Inicial da Componente Terrestre
| Resumo: | Segundo o estipulado na constituição e leis da república, todo o cidadão português goza de um estatuto de proteção sempre que em causa esteja a sua segurança, dentro ou fora do Território Nacional. A Força de Reação Imediata (FRI) traduz a capacidade de resposta de Portugal perante os seus cidadãos a viver ou a trabalhar no estrangeiro que, por razões conjunturais emergentes nos países hospedeiros, tenham necessidade de receber apoio ou ser evacuados para um local que lhes conceda segurança. O presente trabalho pretende analisar o Núcleo Inicial da Componente Terrestre (NICT) da FRI na execução das tarefas atribuídas, identificando capacidades e limitações de ordem logística e organizacional. Inicia-se o trabalho, seguindo a metodologia, com uma pesquisa bibliográfica, da qual se destacam diretivas várias emitidas pelo Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) e Comando Superior do Exército e ainda Planos de Contingência elaborados pelas unidades da Brigada de Reação Rápida. Numa fase inicial pretende-se caraterizar o NICT da FRI para melhor o compreender e identificar situações que constituam obstáculos ao cumprimento das suas tarefas. Por fim propõem-se soluções exequíveis e adaptadas à realidade do Exército Português, tendentes a resolver ou, pelo menos, minimizar o impacto destes problemas. Os dados recolhidos permitiram fundamentar, não só a componente teórica, como a componente prática do trabalho – o trabalho de campo. Comparou-se o que está preconizado na documentação enquadrante com a realidade, recorrendo-se sempre que necessário ao conteúdo das entrevistas feitas a um grupo de Oficiais diretamente ligados à realidade da força. Analisados e interpretados que foram os resultados obtidos, conclui-se que o NICT da FRI está apto a desenvolver as suas missões com a condição de que sejam ultrapassadas as limitações identificadas, nomeadamente aquelas impostas pelas carências de equipamentos e pela definição pouco clara dos meios de projeção. |
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| Autores principais: | Luz, Luís |
| Assunto: | Força de Reacção Imediata Núcleo Inicial da Componente Terrestre Capacidades Limitações Missões |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Academia Militar |
| Idioma: | português |
| Origem: | Academia Militar |
| Resumo: | Segundo o estipulado na constituição e leis da república, todo o cidadão português goza de um estatuto de proteção sempre que em causa esteja a sua segurança, dentro ou fora do Território Nacional. A Força de Reação Imediata (FRI) traduz a capacidade de resposta de Portugal perante os seus cidadãos a viver ou a trabalhar no estrangeiro que, por razões conjunturais emergentes nos países hospedeiros, tenham necessidade de receber apoio ou ser evacuados para um local que lhes conceda segurança. O presente trabalho pretende analisar o Núcleo Inicial da Componente Terrestre (NICT) da FRI na execução das tarefas atribuídas, identificando capacidades e limitações de ordem logística e organizacional. Inicia-se o trabalho, seguindo a metodologia, com uma pesquisa bibliográfica, da qual se destacam diretivas várias emitidas pelo Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) e Comando Superior do Exército e ainda Planos de Contingência elaborados pelas unidades da Brigada de Reação Rápida. Numa fase inicial pretende-se caraterizar o NICT da FRI para melhor o compreender e identificar situações que constituam obstáculos ao cumprimento das suas tarefas. Por fim propõem-se soluções exequíveis e adaptadas à realidade do Exército Português, tendentes a resolver ou, pelo menos, minimizar o impacto destes problemas. Os dados recolhidos permitiram fundamentar, não só a componente teórica, como a componente prática do trabalho – o trabalho de campo. Comparou-se o que está preconizado na documentação enquadrante com a realidade, recorrendo-se sempre que necessário ao conteúdo das entrevistas feitas a um grupo de Oficiais diretamente ligados à realidade da força. Analisados e interpretados que foram os resultados obtidos, conclui-se que o NICT da FRI está apto a desenvolver as suas missões com a condição de que sejam ultrapassadas as limitações identificadas, nomeadamente aquelas impostas pelas carências de equipamentos e pela definição pouco clara dos meios de projeção. |
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