Publicação
Unmanned Ground Vehicles: Implementação em escalões secção e pelotão
| Resumo: | Face às caraterísticas associadas ao atual campo de batalha, no qual se verificam conflitos de diferentes naturezas desde o combate convencional até ao híbrido, onde a tecnologia se encontra em permanente desenvolvimento, surge a necessidade de salvaguardar cada vez mais a integridade dos militares. Fatores como a redução dos efetivos dos militares e a redução de mortes motivaram a criação dos Unmanned Ground Vehicles, viaturas que operam no meio terrestre sem necessidade de tripulação que podem realizar tarefas invés do militar, ou prestar-lhe apoio na consecução das operações. O objetivo da investigação prende-se com a análise da implementação de Unmanned Ground Vehicles nos escalões secção e pelotão de infantaria, percecionando qual a tipologia e payload que se devem associar a determinado escalão, de acordo com a tipologia de força em questão, para colmatar limitações e potenciar as capacidades destas forças. Deste modo, a fim de alcançar o objetivo do Relatório Científico Final do Trabalho de Investigação Aplicada foi utilizado um raciocínio indutivo, com recurso a uma estratégia de investigação mista. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas, a par da realização de inquéritos por questionário. Verificou-se que um UGV que equipe uma secção deverá ser micro exclusivamente para tarefas de reconhecimento e vigilância, no caso das forças ligeiras. No que concerne às forças médias ou pesadas poderá ser micro ou pequeno dedicado a tarefas no âmbito do reconhecimento e vigilância, podendo também adquirir funções como reabastecimento ou evacuação de baixas. No caso do pelotão o UGV poderá ser médio ou pesado, com vista realizar tarefas de transporte de cargas, evacuação de baixas, reconhecimento, vigilância e combate. Sendo que nas forças médias e pesadas não se revela tão importante a capacidade de transporte de cargas. |
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| Autores principais: | Barreto, Rodrigo Sánchez |
| Assunto: | Unmanned Ground Vehicles Infantaria Pelotão Secção Infantry Platoon Squad |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Academia Militar |
| Idioma: | português |
| Origem: | Academia Militar |
| Resumo: | Face às caraterísticas associadas ao atual campo de batalha, no qual se verificam conflitos de diferentes naturezas desde o combate convencional até ao híbrido, onde a tecnologia se encontra em permanente desenvolvimento, surge a necessidade de salvaguardar cada vez mais a integridade dos militares. Fatores como a redução dos efetivos dos militares e a redução de mortes motivaram a criação dos Unmanned Ground Vehicles, viaturas que operam no meio terrestre sem necessidade de tripulação que podem realizar tarefas invés do militar, ou prestar-lhe apoio na consecução das operações. O objetivo da investigação prende-se com a análise da implementação de Unmanned Ground Vehicles nos escalões secção e pelotão de infantaria, percecionando qual a tipologia e payload que se devem associar a determinado escalão, de acordo com a tipologia de força em questão, para colmatar limitações e potenciar as capacidades destas forças. Deste modo, a fim de alcançar o objetivo do Relatório Científico Final do Trabalho de Investigação Aplicada foi utilizado um raciocínio indutivo, com recurso a uma estratégia de investigação mista. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas, a par da realização de inquéritos por questionário. Verificou-se que um UGV que equipe uma secção deverá ser micro exclusivamente para tarefas de reconhecimento e vigilância, no caso das forças ligeiras. No que concerne às forças médias ou pesadas poderá ser micro ou pequeno dedicado a tarefas no âmbito do reconhecimento e vigilância, podendo também adquirir funções como reabastecimento ou evacuação de baixas. No caso do pelotão o UGV poderá ser médio ou pesado, com vista realizar tarefas de transporte de cargas, evacuação de baixas, reconhecimento, vigilância e combate. Sendo que nas forças médias e pesadas não se revela tão importante a capacidade de transporte de cargas. |
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