Publicação
Componente Formativa de Combate em Áreas Urbanas de um Oficial de Infantaria
| Resumo: | O aumento da população e das áreas urbanas, associado à complexidade do combate neste contexto, exige uma preocupação cada vez mais forte, pois na realidade dos teatros de operações em que Portugal está inserido o ambiente urbano está cada vez mais presente. Interligado a este fator, está a importância da formação dos militares, especialmente dos oficiais de infantaria, que neste tipo de combate têm um papel fulcral na condução e comando das operações. Assim, a presente investigação, tem como objetivo compreender se a formação dos oficiais de infantaria atinge o efeito desejado no desempenho, destes oficiais, nas unidades. Para isso, foi aferida, através da análise dos planos de estudos, a qualidade da formação de combate em áreas urbanas, durante os cinco anos do curso de Infantaria, na Academia Militar e Tirocínio para Oficial de Infantaria, na Escola das Armas. Como também foi analisado o desempenho, destes oficiais, nas unidades e as principais dificuldades que estes sentiram em contexto operacional. Para isso, foi adotada uma metodologia que segue o método dedutivo, na medida em que foram obtidas conclusões partindo do geral para o particular. A estratégia de abordagem utilizada nesta investigação foi a mista, especificamente, o método convergent parallel mixed methods, que permite uma convergência dos dados quantitativos, fruto de inquéritos por questionário, com os qualitativos, através de entrevistas semiestruturadas. Os resultados obtidos indicam que a formação de combate em áreas urbanas na Academia Militar carece de melhorias, pois é necessária existir uma continuidade entre a formação ministrada durante os quatro anos letivos e o Tirocínio. Além disso, conclui-se a necessidade de priorizar este tipo de combate, bem como o investimento em infraestruturas, equipamento que assemelhem a formação às condições reais em teatros de operações. Em suma, a formação de combate em áreas urbanas durante o curso de oficial de infantaria, segundo os resultados, não está a obter o efeito desejado no desempenho nas unidades. |
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| Autores principais: | Sá, Francisco Duarte dos Santos de |
| Assunto: | Formação Combate em Áreas Urbanas Planos de Estudos Oficiais de Infantaria |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Academia Militar |
| Idioma: | português |
| Origem: | Academia Militar |
| Resumo: | O aumento da população e das áreas urbanas, associado à complexidade do combate neste contexto, exige uma preocupação cada vez mais forte, pois na realidade dos teatros de operações em que Portugal está inserido o ambiente urbano está cada vez mais presente. Interligado a este fator, está a importância da formação dos militares, especialmente dos oficiais de infantaria, que neste tipo de combate têm um papel fulcral na condução e comando das operações. Assim, a presente investigação, tem como objetivo compreender se a formação dos oficiais de infantaria atinge o efeito desejado no desempenho, destes oficiais, nas unidades. Para isso, foi aferida, através da análise dos planos de estudos, a qualidade da formação de combate em áreas urbanas, durante os cinco anos do curso de Infantaria, na Academia Militar e Tirocínio para Oficial de Infantaria, na Escola das Armas. Como também foi analisado o desempenho, destes oficiais, nas unidades e as principais dificuldades que estes sentiram em contexto operacional. Para isso, foi adotada uma metodologia que segue o método dedutivo, na medida em que foram obtidas conclusões partindo do geral para o particular. A estratégia de abordagem utilizada nesta investigação foi a mista, especificamente, o método convergent parallel mixed methods, que permite uma convergência dos dados quantitativos, fruto de inquéritos por questionário, com os qualitativos, através de entrevistas semiestruturadas. Os resultados obtidos indicam que a formação de combate em áreas urbanas na Academia Militar carece de melhorias, pois é necessária existir uma continuidade entre a formação ministrada durante os quatro anos letivos e o Tirocínio. Além disso, conclui-se a necessidade de priorizar este tipo de combate, bem como o investimento em infraestruturas, equipamento que assemelhem a formação às condições reais em teatros de operações. Em suma, a formação de combate em áreas urbanas durante o curso de oficial de infantaria, segundo os resultados, não está a obter o efeito desejado no desempenho nas unidades. |
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