Publicação
Rede nacional de postos de vigia : Tendências para o futuro?
| Resumo: | O presente trabalho está subordinado ao tema: “Rede Nacional de Postos de Vigia – tendências para o futuro?” Sendo Portugal um dos países da Europa que mais é afectado por incêndios florestais, conduzindo anualmente a graves prejuízos sociais, económicos e ambientais, torna-se necessário a rápida e eficaz detecção dos focos de incêndio a par da prevenção e do combate com vista a evitar a ocorrência de grandes incêndios. Para tal, além do investimento em meios materiais e humanos, importa conhecer o funcionamento e a eficác ia dos sistemas de detecção e vigilância, para assim garantir a optimização dos recursos existentes de defesa das florestas. Neste contexto, a GNR, passou a fazer parte do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SNDFCI), através da publicação do Decreto-Lei nº 124/06 de 28 de Junho (alterado pelo Decreto-Lei nº17/2009 de 14 de Janeiro), que lhe atribuiu novas competências, em matéria de incêndios florestais, e do Decreto-Lei n.º 22/2006, de 02 de Fevereiro, que criou institucionalmente o Serviço de Protecção da Natureza (SEPNA) da GNR, que tem como missão geral, entre outras, assegurar a coordenação ao nível nacional da actividade de prevenção, vigilância e detecção de incêndios florestais através da Rede Nacional de Postos de Vigia (RNPV) que tem a seu cargo. Assim, como forma de aumentar a capacidade de prevenção, vigilância e detecção desempenhada pela GNR, pode-se tornar necessário o recurso às Novas Tecnologias. Quando se ouve falar em Novas Tecnologias, associa-se sempre a ideia de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Com efeito, interessa aferir em que medida as novas tecnologias satisfazem a eficácia prevista, na coordenação da vigilância e detecção de incêndios florestais identificando os pontos fortes e as limitações desses novos sistemas de vigilância e detecção baseados nas novas tecnologias. A metodologia para o trabalho consistiu em investigação documental, análise de dados estatísticos, a análise do projecto desenvolvido no âmbito da iniciativa sobre Incêndios Florestais promovida pela COTEC Portugal (Associação Empresarial para a Inovação) e da actual situação de funcionamento da RNPV à responsabilidade do SEPNA da GNR. Após a realização deste trabalho conclui-se que a RNPV apresenta algumas limitações operacionais e que os novos sistemas de vigilância se apresentam como a principal alternativa à RNPV. |
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| Autores principais: | Viana, João Duarte Afonso |
| Assunto: | Rede nacional de Postos de Vigia Guarda Nacional Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios Protecção Civil Incêndios Florestais |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Academia Militar |
| Idioma: | português |
| Origem: | Academia Militar |
| Resumo: | O presente trabalho está subordinado ao tema: “Rede Nacional de Postos de Vigia – tendências para o futuro?” Sendo Portugal um dos países da Europa que mais é afectado por incêndios florestais, conduzindo anualmente a graves prejuízos sociais, económicos e ambientais, torna-se necessário a rápida e eficaz detecção dos focos de incêndio a par da prevenção e do combate com vista a evitar a ocorrência de grandes incêndios. Para tal, além do investimento em meios materiais e humanos, importa conhecer o funcionamento e a eficác ia dos sistemas de detecção e vigilância, para assim garantir a optimização dos recursos existentes de defesa das florestas. Neste contexto, a GNR, passou a fazer parte do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SNDFCI), através da publicação do Decreto-Lei nº 124/06 de 28 de Junho (alterado pelo Decreto-Lei nº17/2009 de 14 de Janeiro), que lhe atribuiu novas competências, em matéria de incêndios florestais, e do Decreto-Lei n.º 22/2006, de 02 de Fevereiro, que criou institucionalmente o Serviço de Protecção da Natureza (SEPNA) da GNR, que tem como missão geral, entre outras, assegurar a coordenação ao nível nacional da actividade de prevenção, vigilância e detecção de incêndios florestais através da Rede Nacional de Postos de Vigia (RNPV) que tem a seu cargo. Assim, como forma de aumentar a capacidade de prevenção, vigilância e detecção desempenhada pela GNR, pode-se tornar necessário o recurso às Novas Tecnologias. Quando se ouve falar em Novas Tecnologias, associa-se sempre a ideia de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTIC). Com efeito, interessa aferir em que medida as novas tecnologias satisfazem a eficácia prevista, na coordenação da vigilância e detecção de incêndios florestais identificando os pontos fortes e as limitações desses novos sistemas de vigilância e detecção baseados nas novas tecnologias. A metodologia para o trabalho consistiu em investigação documental, análise de dados estatísticos, a análise do projecto desenvolvido no âmbito da iniciativa sobre Incêndios Florestais promovida pela COTEC Portugal (Associação Empresarial para a Inovação) e da actual situação de funcionamento da RNPV à responsabilidade do SEPNA da GNR. Após a realização deste trabalho conclui-se que a RNPV apresenta algumas limitações operacionais e que os novos sistemas de vigilância se apresentam como a principal alternativa à RNPV. |
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