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Ciber-resiliência do sistema automático de comando e controlo da Artilharia de Campanha

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho de investigação incide sobre o tema “Ciber-resiliência do Sistema Automático de Comando e Controlo da Artilharia de Campanha”. O principal objetivo deste trabalho é avaliar a ciber-resiliência do Sistema Automático de Comando e Controlo da Artilharia de Campanha e propor medidas ou métodos que a elevem, recorrendo à análise das normas de segurança estabelecidas internacionalmente e à análise das boas práticas realizadas por outros países. A investigação foi dividida em duas partes. A primeira parte teórica e a segunda prática. A abordagem ao tema foi materializada numa primeira fase, na análise documental de artigos, publicações internacionais de referência e publicações doutrinárias internacionais relativas à cibersegurança e ciber-resiliência necessária tanto nas Forças Armadas como em organizações civis. Numa fase seguinte foram realizadas entrevistas a quatro oficiais que mantiveram/mantêm contacto com o Sistema Automático de Comando e Controlo e uma entrevista a um oficial especialista na área da gestão da segurança da informação. Os resultados obtidos permitiram concluir que o estado de ciber-resiliência do Sistema Automático de Comando e Controlo contém algumas lacunas. Também são sugeridas algumas medidas de forma a melhorar a ciber-resiliência do mesmo.
Autores principais:COSTA, HERCULANO ALEXANDRE REIS SANGUINETE
Assunto:Comando e Controlo; Artilharia; Ciber-resiliência; Cibersegurança; Ciberdefesa
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Academia Militar
Idioma:português
Origem:Academia Militar
Descrição
Resumo:O presente trabalho de investigação incide sobre o tema “Ciber-resiliência do Sistema Automático de Comando e Controlo da Artilharia de Campanha”. O principal objetivo deste trabalho é avaliar a ciber-resiliência do Sistema Automático de Comando e Controlo da Artilharia de Campanha e propor medidas ou métodos que a elevem, recorrendo à análise das normas de segurança estabelecidas internacionalmente e à análise das boas práticas realizadas por outros países. A investigação foi dividida em duas partes. A primeira parte teórica e a segunda prática. A abordagem ao tema foi materializada numa primeira fase, na análise documental de artigos, publicações internacionais de referência e publicações doutrinárias internacionais relativas à cibersegurança e ciber-resiliência necessária tanto nas Forças Armadas como em organizações civis. Numa fase seguinte foram realizadas entrevistas a quatro oficiais que mantiveram/mantêm contacto com o Sistema Automático de Comando e Controlo e uma entrevista a um oficial especialista na área da gestão da segurança da informação. Os resultados obtidos permitiram concluir que o estado de ciber-resiliência do Sistema Automático de Comando e Controlo contém algumas lacunas. Também são sugeridas algumas medidas de forma a melhorar a ciber-resiliência do mesmo.