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Reflexões sobre o pesquisar em psicologia como processo de criação ético, estético e político

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este texto, fundamentado nos aportes teórico-metodológicos do enfoque histórico-cultural em psicologia, apresenta reflexões sobre o processo de produção de conhecimentos e defende a tese de que pesquisar é um processo de criação ético, estético e político. Tendo como foco a pesquisa acadêmica, apresentam-se alguns debates sobre o processo de produção de conhecimentos para identificar fundamentos do pesquisar que podem vir a ser reconhecidos como comuns às diferentes tendências metodológicas em psicologia, o que se entende como condição para que algum diálogo possa vir a ser instituído em torno da tese aqui apresentada. Esses fundamentos são: a importância da pergunta de pesquisa; o reconhecimento da complexidade do que se quer investigar; a inexorável relação entre pergunta de pesquisa, método e referencial teórico-epistemológico; a falsa dicotomia entre pesquisa e intervenção; a assunção de que pesquisar é criar.
Autores principais:Zanella, Andréa Vieira
Outros Autores:Sais, Almir Pedro
Assunto:Metodologia; Método; Pesquisa em psicologia; Prática social ética-estética-política
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Instituição associada:Instituto Universitário de Ciências Psicológicas Sociais e da Vida
Idioma:português
Origem:Análise Psicológica
Descrição
Resumo:Este texto, fundamentado nos aportes teórico-metodológicos do enfoque histórico-cultural em psicologia, apresenta reflexões sobre o processo de produção de conhecimentos e defende a tese de que pesquisar é um processo de criação ético, estético e político. Tendo como foco a pesquisa acadêmica, apresentam-se alguns debates sobre o processo de produção de conhecimentos para identificar fundamentos do pesquisar que podem vir a ser reconhecidos como comuns às diferentes tendências metodológicas em psicologia, o que se entende como condição para que algum diálogo possa vir a ser instituído em torno da tese aqui apresentada. Esses fundamentos são: a importância da pergunta de pesquisa; o reconhecimento da complexidade do que se quer investigar; a inexorável relação entre pergunta de pesquisa, método e referencial teórico-epistemológico; a falsa dicotomia entre pesquisa e intervenção; a assunção de que pesquisar é criar.