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Síndrome de Dumping na Criança — Uma Complicação Pouco Frequente da Cirurgia Anti-Refluxo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Síndrome de Dumping é uma das complicações conhecidas da cirurgia gástrica no adulto, sendo considerada pouco frequente na criança. Os casos descritos na infância associam-se quase exclusivamente à Fundoplicatura de Nissen, principalmente se associada a piloroplastia. O quadro clínico na criança raramente é sobreponível ao quadro clássico de Síndrome de Dumping do adulto, manifestando-se por sintomas transitórios de irritabilidade pós-prandial, distensão abdominal, palidez, sudorese, diarreia e prostração. Os autores descrevem um caso de Síndrome de Dumping que teve as primeiras manifestações no primeiro mês de pós-operatório, sendo o diagnóstico mais tardio precisamente por ter sido considerado um diagnóstico de exclusão. Este caso clínico foi apresentado também para ilustrar as dificuldades sentidas pelos autores em efectuar o diagnóstico, por estarem pouco sensibilizados para esta patologia, bem como as limitações em termos terapêuticos, dada a escassez de dados consensuais na literatura.
Autores principais:Gomes, Lúcia
Outros Autores:Rainho, Armanda Dulce; Ferreira de Sousa, J. A.; Aroso, Sofia
Assunto:Case reports
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Sociedade Portuguesa de Pediatria
Idioma:português
Origem:Portuguese Journal of Pediatrics
Descrição
Resumo:O Síndrome de Dumping é uma das complicações conhecidas da cirurgia gástrica no adulto, sendo considerada pouco frequente na criança. Os casos descritos na infância associam-se quase exclusivamente à Fundoplicatura de Nissen, principalmente se associada a piloroplastia. O quadro clínico na criança raramente é sobreponível ao quadro clássico de Síndrome de Dumping do adulto, manifestando-se por sintomas transitórios de irritabilidade pós-prandial, distensão abdominal, palidez, sudorese, diarreia e prostração. Os autores descrevem um caso de Síndrome de Dumping que teve as primeiras manifestações no primeiro mês de pós-operatório, sendo o diagnóstico mais tardio precisamente por ter sido considerado um diagnóstico de exclusão. Este caso clínico foi apresentado também para ilustrar as dificuldades sentidas pelos autores em efectuar o diagnóstico, por estarem pouco sensibilizados para esta patologia, bem como as limitações em termos terapêuticos, dada a escassez de dados consensuais na literatura.