Publicação
O futuro da Acta Pediátrica Portuguesa deve ser debatido pela Pediatria portuguesa
| Resumo: | A Acta Pediátrica Portuguesa (APP) vive uma crise de identidade e de missão. Após cinco anos de mudança de imagem, estrutura e processo editorial para torná-la numa revista moderna e com a qualidade e o rigor científicos adequados ao órgão oficial da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), é claro para todos que os principais objectivos fixados não foram atingidos e que dificilmente o serão, a curto e a médio prazo. Nomeadamente, o objectivo principal – a indexação – não foi atingido1-3 sendo muito pouco provável que seja alcançado. Faltam à Pediatria portuguesa e ao seu entorno massa humana com a dimensão crítica para manter uma revista científica de qualidade a funcionar nos moldes previstos para a APP4,5. Não há no País afluxo de manuscritos de qualidade ou número de revisores que se equipare ao de revistas internacionais congéneres, nem disponibilidade de editores com a capacidade de garantir a publicação de uma revista científica bimestral com o rigor que se ambiciona. |
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| Autores principais: | Virella, Daniel |
| Outros Autores: | Amil Dias, Jorge; Amil Dias, Jorge; Gomes, António |
| Assunto: | Artigo de Opinião |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Sociedade Portuguesa de Pediatria |
| Idioma: | português |
| Origem: | Portuguese Journal of Pediatrics |
| Resumo: | A Acta Pediátrica Portuguesa (APP) vive uma crise de identidade e de missão. Após cinco anos de mudança de imagem, estrutura e processo editorial para torná-la numa revista moderna e com a qualidade e o rigor científicos adequados ao órgão oficial da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), é claro para todos que os principais objectivos fixados não foram atingidos e que dificilmente o serão, a curto e a médio prazo. Nomeadamente, o objectivo principal – a indexação – não foi atingido1-3 sendo muito pouco provável que seja alcançado. Faltam à Pediatria portuguesa e ao seu entorno massa humana com a dimensão crítica para manter uma revista científica de qualidade a funcionar nos moldes previstos para a APP4,5. Não há no País afluxo de manuscritos de qualidade ou número de revisores que se equipare ao de revistas internacionais congéneres, nem disponibilidade de editores com a capacidade de garantir a publicação de uma revista científica bimestral com o rigor que se ambiciona. |
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