Publicação
Perturbações psiquiátricas do pós parto: implicações na amamentação
| Resumo: | O período do pós parto é, em regra, um período de alegria e de comemoração. Por outro lado, é também, um período de marcada vulnerabilidade para o desenvolvimento de perturbações psiquiátricas. Estas, são mais comuns do que se imagina, e muitos casos são ainda subdiagnosticados. A ausência de diagnóstico e tratamento adequado das perturbações psiquiátricas no pós parto tem implicações não apenas na saúde da mulher, mas também na do bebé e no estabelecimento de uma relação sadia entre os dois, indispensável para o crescimento saudável de uma criança. São os obstetras, os pediatras e os médicos de medicina geral e familiar, a contactar primariamente com estas mulheres ecom os seus bebés, e a estabelecer uma relação terapêutica. O tratamento é por vezes complexo, e associa-se à necessidade de toma de decisões difíceis. Dever-se-á sempre levar em consideração a relação risco/benefício, sendo o bom senso do médico um aliado importante quanto ao estabelecimento terapêutico nestes casos. A consulta entre o pediatra, o obstetra e o psiquiatra é útil e desejável sempre que possível. A identificação precoce destes quadros e a abordagem conjunta e concertada, permitirá estabelecer um plano de tratamento adequado e individualizado a cada caso, contribuindo para uma melhoria dos cuidados e do prognóstico, quer para a mãe, quer para o seu bebé. |
|---|---|
| Autores principais: | Costa, Cassilda |
| Outros Autores: | Hipólito Reis, Constança |
| Assunto: | Review articles |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Sociedade Portuguesa de Pediatria |
| Idioma: | português |
| Origem: | Portuguese Journal of Pediatrics |
| Resumo: | O período do pós parto é, em regra, um período de alegria e de comemoração. Por outro lado, é também, um período de marcada vulnerabilidade para o desenvolvimento de perturbações psiquiátricas. Estas, são mais comuns do que se imagina, e muitos casos são ainda subdiagnosticados. A ausência de diagnóstico e tratamento adequado das perturbações psiquiátricas no pós parto tem implicações não apenas na saúde da mulher, mas também na do bebé e no estabelecimento de uma relação sadia entre os dois, indispensável para o crescimento saudável de uma criança. São os obstetras, os pediatras e os médicos de medicina geral e familiar, a contactar primariamente com estas mulheres ecom os seus bebés, e a estabelecer uma relação terapêutica. O tratamento é por vezes complexo, e associa-se à necessidade de toma de decisões difíceis. Dever-se-á sempre levar em consideração a relação risco/benefício, sendo o bom senso do médico um aliado importante quanto ao estabelecimento terapêutico nestes casos. A consulta entre o pediatra, o obstetra e o psiquiatra é útil e desejável sempre que possível. A identificação precoce destes quadros e a abordagem conjunta e concertada, permitirá estabelecer um plano de tratamento adequado e individualizado a cada caso, contribuindo para uma melhoria dos cuidados e do prognóstico, quer para a mãe, quer para o seu bebé. |
|---|