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Lesões ocultas em traumatismo penetrante na idade pediátrica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A abordagem conservadora no traumatismo toraco-abdominalfechado na idade pediátrica é uma prática corrente.No entanto, no que diz respeito ao trauma penetrante,não está uniformizada e é dependente do centroque faz a admissão da criança. Alguns centros hospitalaresinfantis preconizam atualmente uma atitude inicialmenteexpectante, sob vigilância.Descrevem-se dois casos clínicos exemplificativos delesões ocultas após agressão por arma branca emadolescentes. Em nenhum dos casos existiam achadosclínicos ou imagiológicos indicativos das lesões encontradasintraoperatoriamente (perfuração diafragmáticae gástrica).A par de uma atitude conservadora na abordagem dotrauma, a vigilância clínica nas primeiras 24 a 48 horastorna-se obrigatória e imprescindível, no sentido dedetetar lesões inicialmente não evidenciáveis, de difícildiagnóstico e que podem exigir terapêutica cirúrgica.Deve ainda existir uma preocupação na orientação paraas entidades competentes quando o contexto social orequer.
Autores principais:Lobo, Sara Pires
Outros Autores:Felizes, Andreia; Pereira, Stéfanie; Gonçalves, Miroslava
Assunto:Case reports
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Sociedade Portuguesa de Pediatria
Idioma:português
Origem:Portuguese Journal of Pediatrics
Descrição
Resumo:A abordagem conservadora no traumatismo toraco-abdominalfechado na idade pediátrica é uma prática corrente.No entanto, no que diz respeito ao trauma penetrante,não está uniformizada e é dependente do centroque faz a admissão da criança. Alguns centros hospitalaresinfantis preconizam atualmente uma atitude inicialmenteexpectante, sob vigilância.Descrevem-se dois casos clínicos exemplificativos delesões ocultas após agressão por arma branca emadolescentes. Em nenhum dos casos existiam achadosclínicos ou imagiológicos indicativos das lesões encontradasintraoperatoriamente (perfuração diafragmáticae gástrica).A par de uma atitude conservadora na abordagem dotrauma, a vigilância clínica nas primeiras 24 a 48 horastorna-se obrigatória e imprescindível, no sentido dedetetar lesões inicialmente não evidenciáveis, de difícildiagnóstico e que podem exigir terapêutica cirúrgica.Deve ainda existir uma preocupação na orientação paraas entidades competentes quando o contexto social orequer.