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Tumor Maligno da Bainha de Nervo Periférico em Doente com Neurofibromatose Tipo 1: Caso Clínico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A neurofibromatose tipo 1 é uma doença autossómica dominante em que o neurofibroma é a lesão mais característica. Os tumores malignos de nervo periférico são mais frequentes na neurofibromatose tipo 1 e podem resultar da transformação de neurofibromas, surgir de novo ou após-radioterapia. Existem várias características nos estudos imagiológicos, principalmente em Ressonância Magnética, que podem auxiliar na diferenciação de lesões benignas, como os neurofibromas, dos tumores malignos de nervo periférico, nomeadamente as dimensões, o aumento dimensional ao longo do tempo, a heterogeneidade de sinal com degenerescência quística ou o edema perilesional. Descrevemos um caso de uma doente de 29 anos com neurofibromatose tipo 1 com uma lesão no segmento proximal da coxa direita com crescimento ao longo de vários meses. O estudo imagiológico e anatomopatológico da biópsia e após a cirurgia revelaram um tumor maligno da bainha do nervo periférico.
Assunto:Casos Clínicos
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Sociedade Portuguesa de Radiologia e Medicina Nuclear
Origem:Acta Radiológica Portuguesa
Descrição
Resumo:A neurofibromatose tipo 1 é uma doença autossómica dominante em que o neurofibroma é a lesão mais característica. Os tumores malignos de nervo periférico são mais frequentes na neurofibromatose tipo 1 e podem resultar da transformação de neurofibromas, surgir de novo ou após-radioterapia. Existem várias características nos estudos imagiológicos, principalmente em Ressonância Magnética, que podem auxiliar na diferenciação de lesões benignas, como os neurofibromas, dos tumores malignos de nervo periférico, nomeadamente as dimensões, o aumento dimensional ao longo do tempo, a heterogeneidade de sinal com degenerescência quística ou o edema perilesional. Descrevemos um caso de uma doente de 29 anos com neurofibromatose tipo 1 com uma lesão no segmento proximal da coxa direita com crescimento ao longo de vários meses. O estudo imagiológico e anatomopatológico da biópsia e após a cirurgia revelaram um tumor maligno da bainha do nervo periférico.