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Alienação Civilizacional, Arte e Melancolia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A desindividuação do sujeito no actual estado de alienação civilizacional é compaginável com a exaltação do negotium e com o empobrecimento das técnicas do espírito cultivadas na antiguidade helénica na teckné tou biou, essa arte de viver, ética e estética da existência desenvolvida no otium, enquanto culto da singularidade e da individuação. O estado melancólico do sujeito emerge então enquanto tomada de consciência de si e da contemporaneidade alienante, a que tão dificilmente se escapa. Neste território, o lugar da arte de viver na reformulação dos modos e imaginários de vida.
Autores principais:Castro, Ilda Teresa de
Assunto:ESSAY
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:artciencia.com - Revista de Arte, Ciência e Comunicação
Idioma:português
Origem:artciencia.com - Revista de Arte, Ciência e Comunicação
Descrição
Resumo:A desindividuação do sujeito no actual estado de alienação civilizacional é compaginável com a exaltação do negotium e com o empobrecimento das técnicas do espírito cultivadas na antiguidade helénica na teckné tou biou, essa arte de viver, ética e estética da existência desenvolvida no otium, enquanto culto da singularidade e da individuação. O estado melancólico do sujeito emerge então enquanto tomada de consciência de si e da contemporaneidade alienante, a que tão dificilmente se escapa. Neste território, o lugar da arte de viver na reformulação dos modos e imaginários de vida.