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A ténue linha entre arquitetura e escultura: “The sculpture village” (1987), Frank Gehry e Anthony Caro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Frank Gehry (Toronto, 1929) um dos mais debatidos arquitetos contemporâneos, é considerado um dos expoentes máximos do desconstrutivismo arquitetónico. Trabalha a decomposição dos edifícios em diferentes unidades volumétricas, recorrendo para isso à combinação de materiais pouco comuns – como rede metálica, chapa ondulada ou mesmo complexas ligas à base de titânio –, e a práticas que remetem para as técnicas do collage artístico. Partindo destas premissas, procura-se neste artigo refletir acerca da sua abordagem da relação entre arquitetura e escultura, a partir de um projeto pouco conhecido, o Sculpture Village, realizado em 1987 em colaboração com artistas de renome mundial – entre os quais Anthony Caro e Jon Isherwood –, no quadro de um workshop organizado pela rede internacional de artistas Triangle Artists em 1987. Neste projeto, que acabou por ser demolido pouco tempo depois da sua conclusão, a escultura é protagonista, mesmo se concebida em termos arquitetónicos. Assim, através de entrevistas, textos e fotografias fornecidas diretamente pelos participantes e pelos organizadores do evento acerca deste projeto, os autores propõem uma reflexão acerca da relação entre escultura e arquitetura que possa lançar pistas para uma mais abrangente leitura do trabalho de Gehry.
Autores principais:Grosso, Pasqualino
Outros Autores:Brandini, Carola
Assunto:Arquitetura Escultura Frank Gehry Anthony Caro Triangle Artists
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Autónoma de Lisboa
Idioma:português
Origem:Camões - Repositório Institucional da Universidade Autónoma de Lisboa
Descrição
Resumo:Frank Gehry (Toronto, 1929) um dos mais debatidos arquitetos contemporâneos, é considerado um dos expoentes máximos do desconstrutivismo arquitetónico. Trabalha a decomposição dos edifícios em diferentes unidades volumétricas, recorrendo para isso à combinação de materiais pouco comuns – como rede metálica, chapa ondulada ou mesmo complexas ligas à base de titânio –, e a práticas que remetem para as técnicas do collage artístico. Partindo destas premissas, procura-se neste artigo refletir acerca da sua abordagem da relação entre arquitetura e escultura, a partir de um projeto pouco conhecido, o Sculpture Village, realizado em 1987 em colaboração com artistas de renome mundial – entre os quais Anthony Caro e Jon Isherwood –, no quadro de um workshop organizado pela rede internacional de artistas Triangle Artists em 1987. Neste projeto, que acabou por ser demolido pouco tempo depois da sua conclusão, a escultura é protagonista, mesmo se concebida em termos arquitetónicos. Assim, através de entrevistas, textos e fotografias fornecidas diretamente pelos participantes e pelos organizadores do evento acerca deste projeto, os autores propõem uma reflexão acerca da relação entre escultura e arquitetura que possa lançar pistas para uma mais abrangente leitura do trabalho de Gehry.