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Inovação e comunicação de cultura: modelos narrativos emergentes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este capítulo explora modelos narrativos emergentes no contexto da comunicação de cultura e, em particular, no jornalismo cultural, através da análise e discussão de exemplos paradigmáticos nacionais e internacionais. O ecossistema digital potenciou a inovação tecnológica no setor cultural enriquecendo a experiência estética. Em alguns cenários culturais, como o dos espaços museológicos, o paradigma do objeto, que fala apenas através da sua autenticidade, foi substituído por uma narrativa imersiva, centrada na experiência do utilizador. O jornalismo cultural rapidamente adotou este modelo: por um lado, inova na narrativa para envolver o utilizador; por outro, centra-se cada vez mais no valor que o objeto cultural terá para o “consumidor”, enquanto parte de uma experiência de consumo ou serviço, e não no valor estético do objeto em si. Quais são as principais características destes modelos narrativos? Que consequências traz para a cultura e para o jornalismo cultural? Estas são algumas questões a que o capítulo procura responder.
Autores principais:Silva, Dora Santos
Assunto:Comunicação Jornalismo Modelos narrativos
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Autónoma de Lisboa
Idioma:português
Origem:Camões - Repositório Institucional da Universidade Autónoma de Lisboa
Descrição
Resumo:Este capítulo explora modelos narrativos emergentes no contexto da comunicação de cultura e, em particular, no jornalismo cultural, através da análise e discussão de exemplos paradigmáticos nacionais e internacionais. O ecossistema digital potenciou a inovação tecnológica no setor cultural enriquecendo a experiência estética. Em alguns cenários culturais, como o dos espaços museológicos, o paradigma do objeto, que fala apenas através da sua autenticidade, foi substituído por uma narrativa imersiva, centrada na experiência do utilizador. O jornalismo cultural rapidamente adotou este modelo: por um lado, inova na narrativa para envolver o utilizador; por outro, centra-se cada vez mais no valor que o objeto cultural terá para o “consumidor”, enquanto parte de uma experiência de consumo ou serviço, e não no valor estético do objeto em si. Quais são as principais características destes modelos narrativos? Que consequências traz para a cultura e para o jornalismo cultural? Estas são algumas questões a que o capítulo procura responder.