Publicação
As representações mediáticas do (pós)colonialismo português na imprensa popular
| Resumo: | Os meios de comunicação ao produzirem relatos, de natureza informativa ou ficcional, propõem pautas interpretativas que moldam nas audiências uma dada ‘imagem’ dos países envolvidos. Estes processos conformam representações sociais (Moscovici, 1979), na medida em que “os meios de comunicação de massas têm uma capacidade conformadora para estabelecerem crenças, sentimentos comuns e perceções fortes nos públicos (com particular proeminência no tocante a actores, grupos/comunidades ou identidades)” (Reis, no prelo). Tomando como referência o caso português, o imaginário colectivo tem muito presente uma relação com o mundo desde as afinidades historicamente construídas. De tal forma que “é hoje um lugar-comum afirmar-se que, em Portugal, as manifestações da identidade nacional são geralmente associadas à memória do império” (Curto, 2013: 145). Cobra por isso particular sentido, indagarmos no espaço mediático português, acerca das representações das nações que estiveram directamente relacionados com o processo colonial. |
|---|---|
| Autores principais: | Reis, Bruno |
| Assunto: | Representações Mediáticas Colonialismo |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Autónoma de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Camões - Repositório Institucional da Universidade Autónoma de Lisboa |
| Resumo: | Os meios de comunicação ao produzirem relatos, de natureza informativa ou ficcional, propõem pautas interpretativas que moldam nas audiências uma dada ‘imagem’ dos países envolvidos. Estes processos conformam representações sociais (Moscovici, 1979), na medida em que “os meios de comunicação de massas têm uma capacidade conformadora para estabelecerem crenças, sentimentos comuns e perceções fortes nos públicos (com particular proeminência no tocante a actores, grupos/comunidades ou identidades)” (Reis, no prelo). Tomando como referência o caso português, o imaginário colectivo tem muito presente uma relação com o mundo desde as afinidades historicamente construídas. De tal forma que “é hoje um lugar-comum afirmar-se que, em Portugal, as manifestações da identidade nacional são geralmente associadas à memória do império” (Curto, 2013: 145). Cobra por isso particular sentido, indagarmos no espaço mediático português, acerca das representações das nações que estiveram directamente relacionados com o processo colonial. |
|---|