Publicação
Madeira morta, mas cheia de vida: uma proposta de educação ambiental
| Resumo: | A “verdadeira” madeira morta – ou seja, aquela com diâmetro superior a 6-7 cm – fornece variados serviços de ecossistema importantes, entre os quais o fornecimento de habitat para diversos seres vivos, desempenhando assim um papel essencial no ecossistema florestal. Adicionalmente, ao contrário da ideia de que a madeira morta fornece um contributo relevante para o aumento do risco de incêndio, esta na verdade está relacionada com fogos menos frequentes e de menor intensidade. No entanto, em Portugal, a remoção da madeira morta constitui uma componente importante da limpeza florestal como forma de prevenção de incêndios. Assim, torna-se essencial alterar as correntes práticas nacionais de gestão florestal, de forma a promover a conservação da madeira morta. Neste sentido, o presente artigo apresenta uma proposta de um projeto de educação ambiental que pretende (1) sensibilizar a população em geral e os profissionais ligados à área florestal para esta temática, (2) aumentar a informação disponível sobre a madeira morta e sua biodiversidade – que é escassa no universo científico – e ainda (3) alterar efetivamente as correntes práticas de limpeza florestal de forma a torna-las compatíveis com a proteção da madeira morta e da comunidade que esta alberga. |
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| Autores principais: | Almeida, Ana Rita |
| Outros Autores: | Novais, Ana Teresa; Flávio, Hugo; Oliveira, Sofia da Silva; Pereira, Ruth; Santos, Paulo Talhadas dos |
| Assunto: | Madeira morta Comunidade saproxílica Gestão florestal Limpeza florestal Educação ambiental Apanha de cogumelos |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Revista Captar: Ciência e Ambiente para Todos |
| Resumo: | A “verdadeira” madeira morta – ou seja, aquela com diâmetro superior a 6-7 cm – fornece variados serviços de ecossistema importantes, entre os quais o fornecimento de habitat para diversos seres vivos, desempenhando assim um papel essencial no ecossistema florestal. Adicionalmente, ao contrário da ideia de que a madeira morta fornece um contributo relevante para o aumento do risco de incêndio, esta na verdade está relacionada com fogos menos frequentes e de menor intensidade. No entanto, em Portugal, a remoção da madeira morta constitui uma componente importante da limpeza florestal como forma de prevenção de incêndios. Assim, torna-se essencial alterar as correntes práticas nacionais de gestão florestal, de forma a promover a conservação da madeira morta. Neste sentido, o presente artigo apresenta uma proposta de um projeto de educação ambiental que pretende (1) sensibilizar a população em geral e os profissionais ligados à área florestal para esta temática, (2) aumentar a informação disponível sobre a madeira morta e sua biodiversidade – que é escassa no universo científico – e ainda (3) alterar efetivamente as correntes práticas de limpeza florestal de forma a torna-las compatíveis com a proteção da madeira morta e da comunidade que esta alberga. |
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