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Os espaços verdes e as preocupações com a sustentabilidade nos Planos Diretores Municipais de 3ª geração

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este texto analisa o papel atribuído aos espaços verdes urbanos na reformulação dos Planos Diretores Municipais (PDMs) que decorreu até meados de 2020 em Portugal. Tendo em conta os contributos que estes espaços podem dar para a sustentabilidade nas cidades, questionou-se até que ponto os municípios portugueses aproveitaram esta reformulação para potencializar tais contributos. Metodologicamente, a pesquisa centrou-se em dois estudos de caso, comparando as duas Áreas Metropolitanas (AMs) portuguesas, através de uma análise aos documentos revistos dos PDMs dos municípios que as constituem. O artigo conclui que o valor socioecológico dos espaços verdes é ainda amplamente negligenciado, bem como o potencial de coordenação do contexto oferecido pelas AMs.
Autores principais:Dias, Ricardo Cunha
Outros Autores:Vidal, Diogo Guedes; Seixas, Paulo Castro; Maia, Rui Leandro
Assunto:Dossier Article
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo original
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE-IUL
Idioma:português
Origem:Cidades, Comunidades e Territórios
Descrição
Resumo:Este texto analisa o papel atribuído aos espaços verdes urbanos na reformulação dos Planos Diretores Municipais (PDMs) que decorreu até meados de 2020 em Portugal. Tendo em conta os contributos que estes espaços podem dar para a sustentabilidade nas cidades, questionou-se até que ponto os municípios portugueses aproveitaram esta reformulação para potencializar tais contributos. Metodologicamente, a pesquisa centrou-se em dois estudos de caso, comparando as duas Áreas Metropolitanas (AMs) portuguesas, através de uma análise aos documentos revistos dos PDMs dos municípios que as constituem. O artigo conclui que o valor socioecológico dos espaços verdes é ainda amplamente negligenciado, bem como o potencial de coordenação do contexto oferecido pelas AMs.