Publicação
Comparação das técnicas DDS e IDS em restaurações indiretas na dentição permanente: Revisão Sistemática Integrativa
| Resumo: | Introdução: Na técnica DDS, é comum realizar a fase provisória e moldagem após o preparo do dente, selando os túbulos dentinários apenas durante a fase de cimentação. O IDS é uma forma otimizada de adesão à dentina , representando a melhor técnica adesiva quando se realizam restaurações indiretas. O IDS consiste na aplicação do sistema adesivo imediatamente após o preparo da dentina, formando uma camada híbrida estável e impermeável, evitando assim a contaminação por fluídos orais, protegendo-a da infiltração bacteriana e ação de materiais de moldagem ou provisórios. Objetivos: Comparar a resistência de adesão das restaurações indiretas à dentina nas técnicas IDS e DDS na dentição permanente. Materiais e Método: A metodologia de revisão sistemática integrativa, em artigos indexados nas bases de dados da PubMED, utilizando os termos boleanos OR e AND, em conjunto com os MeSH Terms. Resultados/Desenvolvimento: Foram identificados 305 artigos e selecionados 19 artigos para revisão. Discussão: Estudos demonstraram que valores mais elevados de resistência de adesão foram alcançados nos grupos em que a técnica IDS foi aplicada, em comparação com a técnica DDS. Estes resultados podem ser explicados pela capacidade desta técnica em proporcionar um selamento mais eficaz dos túbulos dentinários, promovendo uma melhor proteção da camada híbrida. Conclusões: A técnica IDS foi considerada relevante, com resultados superiores em comparação com a técnica DDS. O selamento da dentina recém - preparada, contribui para uma melhor adesão entre a dentina e a restauração, para a redução da sensibilidade dentinária pós-operatória, para a diminuição da microinfiltração marginal e para a preservação da estrutura dentária. |
|---|---|
| Autores principais: | Moura, Isabela Dias de Almeida |
| Assunto: | Adhesive Bond performance Delayed dentin sealing Dentin bond agent Immediate dentin sealing |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório CESPU |
| Resumo: | Introdução: Na técnica DDS, é comum realizar a fase provisória e moldagem após o preparo do dente, selando os túbulos dentinários apenas durante a fase de cimentação. O IDS é uma forma otimizada de adesão à dentina , representando a melhor técnica adesiva quando se realizam restaurações indiretas. O IDS consiste na aplicação do sistema adesivo imediatamente após o preparo da dentina, formando uma camada híbrida estável e impermeável, evitando assim a contaminação por fluídos orais, protegendo-a da infiltração bacteriana e ação de materiais de moldagem ou provisórios. Objetivos: Comparar a resistência de adesão das restaurações indiretas à dentina nas técnicas IDS e DDS na dentição permanente. Materiais e Método: A metodologia de revisão sistemática integrativa, em artigos indexados nas bases de dados da PubMED, utilizando os termos boleanos OR e AND, em conjunto com os MeSH Terms. Resultados/Desenvolvimento: Foram identificados 305 artigos e selecionados 19 artigos para revisão. Discussão: Estudos demonstraram que valores mais elevados de resistência de adesão foram alcançados nos grupos em que a técnica IDS foi aplicada, em comparação com a técnica DDS. Estes resultados podem ser explicados pela capacidade desta técnica em proporcionar um selamento mais eficaz dos túbulos dentinários, promovendo uma melhor proteção da camada híbrida. Conclusões: A técnica IDS foi considerada relevante, com resultados superiores em comparação com a técnica DDS. O selamento da dentina recém - preparada, contribui para uma melhor adesão entre a dentina e a restauração, para a redução da sensibilidade dentinária pós-operatória, para a diminuição da microinfiltração marginal e para a preservação da estrutura dentária. |
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