Publicação
Osseodensificação vs. métodos de perfuração convencionais em implantologia
| Resumo: | Introdução: A osseodensificação (OD) é uma técnica biomecânica, não subtrativa de osso, com recurso a brocas especialmente concebidas para o efeito, que pode ser uma alternativa à perfuração convencional na colocação de implantes dentários. Objetivos: Analisar as vantagens da técnica de osseodensificação na osseointegração de implantes dentários em comparação com as técnicas de perfuração convencionais. Material e métodos: Foi realizada uma pesquisa bibliográfica na base de dados online PubMed/Medline e Google scholar, assim como uma busca manual, de artigos publicados entre o janeiro 2020 e novembro 2024 com uma combinação dos termos: Osseodensification, osteotomy, primary implant stability, conventional drilling, dental implant, densah bur. Os dados foram sintetizados de acordo com a questão PICO (População, Intervenção Comparação e Resultados). Após aplicar os critérios de inclusão foram selecionados 12 artigos. Resultados: Os 12 artigos selecionados revelaram que, a osseodensificação melhora a estabilidade do implante, reduz a perda óssea e aumenta a densidade óssea pós-operatória, mostrando melhores resultados relativamente às técnicas convencionais, especialmente em cristas estreitas e osso de baixa qualidade. Discussão: As evidências científicas sobre o uso da técnica de osseodensificação referem melhor estabilidade do implante em comparação com as técnicas convencionais. No entanto, na maioria dos estudos, o follow-up limita-se frequentemente a 3-12 meses, necessitando de confirmações adicionais a longo prazo. Conclusões: De acordo com os estudos analisados a técnica de osseodensificação parece ter vantagens na osseointegração em relação às técnicas de perfuração convencionais, no entanto, serão necessários mais estudos clínicos longitudinais para confirmar estes resultados. |
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| Autores principais: | de Nigris, Andrea |
| Assunto: | Osseodensification Dental implant Bone density Osteotomy Primary implant stability Conventional drill Densah drill Osseointegration |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório CESPU |
| Resumo: | Introdução: A osseodensificação (OD) é uma técnica biomecânica, não subtrativa de osso, com recurso a brocas especialmente concebidas para o efeito, que pode ser uma alternativa à perfuração convencional na colocação de implantes dentários. Objetivos: Analisar as vantagens da técnica de osseodensificação na osseointegração de implantes dentários em comparação com as técnicas de perfuração convencionais. Material e métodos: Foi realizada uma pesquisa bibliográfica na base de dados online PubMed/Medline e Google scholar, assim como uma busca manual, de artigos publicados entre o janeiro 2020 e novembro 2024 com uma combinação dos termos: Osseodensification, osteotomy, primary implant stability, conventional drilling, dental implant, densah bur. Os dados foram sintetizados de acordo com a questão PICO (População, Intervenção Comparação e Resultados). Após aplicar os critérios de inclusão foram selecionados 12 artigos. Resultados: Os 12 artigos selecionados revelaram que, a osseodensificação melhora a estabilidade do implante, reduz a perda óssea e aumenta a densidade óssea pós-operatória, mostrando melhores resultados relativamente às técnicas convencionais, especialmente em cristas estreitas e osso de baixa qualidade. Discussão: As evidências científicas sobre o uso da técnica de osseodensificação referem melhor estabilidade do implante em comparação com as técnicas convencionais. No entanto, na maioria dos estudos, o follow-up limita-se frequentemente a 3-12 meses, necessitando de confirmações adicionais a longo prazo. Conclusões: De acordo com os estudos analisados a técnica de osseodensificação parece ter vantagens na osseointegração em relação às técnicas de perfuração convencionais, no entanto, serão necessários mais estudos clínicos longitudinais para confirmar estes resultados. |
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