Publicação

Prevalência dos comportamentos anti-sociais numa amostra de adolescentes da província de Benguela/Lobito

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O comportamento anti-social desenvolve-se em varias formas e pode-se realçar que tanto o comportamento pró-social bem como o comportamento desviante de uma criança, são normalmente aprendidos nas interações sociais, e vão se alterando a partir das exigencias do meio ambiente e do desenvolvimento da propria criança (pacheco et al, 2005). Assim, os comportamentos anti-sociais, inicialmente são caracterizados por certos eventos aversivos que acontecem na interação familiar e com os pares, onde são observados comporatamentos como chorar, gritar, implicar, ameaçar e algumas vezes bater. Esses comportamentos dão-nos a impressão que são menos graves quando comparado ao que habitualmente chamamos de anti-social ou comportamento desviante, tais como brigar, roubar, assaltar e usar drogas (Petterson & colaboradores, 1992). Assim, o presente estudo aborda o tema ” prevalência de comportamentos anti-sociais numa amostra de adolescente da província de Benguela no município do Lobito” tendo como objectivos, estimar a prevalência de comportamentos anti-sociais numa amostra de adolescentes na província de Benguela/Lobito e por outro lado comparar a incidência destes comportamentos tendo em conta: género, faixa etária, habilitações literárias e meios de residência. Realizou-se um estudo do tipo transversal,descritivo e exploratório de base populacional, privilegiou uma abordagem fundamental quantitativa e de análise psicométrica. Colectou-se os dados nas escolas do sistema educacional urbano/ periférico, do ensino de base do I e II ciclos no município do Lobito no ano de 2011. Participaram nesta pesquisa um total de 527 adolescentes sendo, no sistema educacional urbano (N = 355) e periferia (N = 172),com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos, a frequentarem 5ª e 9ª classe, no final são discutidos os resultados, tendo em consideração o contributo teórico-prático que permitirão a realização de uma avaliação e qualidade de assistência face á problemática e as limitações da investigação.
Autores principais:Santos, Mísia Fernandes Cangombe dos
Assunto:Comportamento anti-social prevalência Adolescência
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório CESPU
Descrição
Resumo:O comportamento anti-social desenvolve-se em varias formas e pode-se realçar que tanto o comportamento pró-social bem como o comportamento desviante de uma criança, são normalmente aprendidos nas interações sociais, e vão se alterando a partir das exigencias do meio ambiente e do desenvolvimento da propria criança (pacheco et al, 2005). Assim, os comportamentos anti-sociais, inicialmente são caracterizados por certos eventos aversivos que acontecem na interação familiar e com os pares, onde são observados comporatamentos como chorar, gritar, implicar, ameaçar e algumas vezes bater. Esses comportamentos dão-nos a impressão que são menos graves quando comparado ao que habitualmente chamamos de anti-social ou comportamento desviante, tais como brigar, roubar, assaltar e usar drogas (Petterson & colaboradores, 1992). Assim, o presente estudo aborda o tema ” prevalência de comportamentos anti-sociais numa amostra de adolescente da província de Benguela no município do Lobito” tendo como objectivos, estimar a prevalência de comportamentos anti-sociais numa amostra de adolescentes na província de Benguela/Lobito e por outro lado comparar a incidência destes comportamentos tendo em conta: género, faixa etária, habilitações literárias e meios de residência. Realizou-se um estudo do tipo transversal,descritivo e exploratório de base populacional, privilegiou uma abordagem fundamental quantitativa e de análise psicométrica. Colectou-se os dados nas escolas do sistema educacional urbano/ periférico, do ensino de base do I e II ciclos no município do Lobito no ano de 2011. Participaram nesta pesquisa um total de 527 adolescentes sendo, no sistema educacional urbano (N = 355) e periferia (N = 172),com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos, a frequentarem 5ª e 9ª classe, no final são discutidos os resultados, tendo em consideração o contributo teórico-prático que permitirão a realização de uma avaliação e qualidade de assistência face á problemática e as limitações da investigação.