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Prevalência de entorse tibiotársica no voleibol: mecanismo de lesão

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação intitula-se de “Prevalência da entorse tibiotársica no voleibol: Mecanismo de lesão”. Teve como principal objetivo verificar a prevalência das entorses do tornozelo em jogadores de Voleibol pertencentes à Primeira e Segunda Divisões Nacionais. Como objetivos secundários designou-se constatar: i) qual a relação existente entre a posição em campo e a maior predisposição para sofrer uma entorse; ii) qual o mecanismo de entorse mais frequente; III) verificar se há relação entre o tipo de pé e o mecanismo de entorse. O estudo utilizado na realização deste trabalho foi do tipo descritivo simples, no qual participaram 50 indivíduos, todos do sexo masculino e com idades compreendidas entre 18 e 42 anos. Para a obtenção dos dados foi usado um questionário, no qual foram feitas algumas questões de carácter demográfico e registadas informações provenientes de uma avaliação clínica realizada. Como critérios de inclusão para participar neste estudo inserem-se a prática de Voleibol há mais de 6 anos e uma idade mínima de 18 anos. Todos os jogadores que apresentem qualquer tipo de lesão no momento da avaliação assim como os atletas que não assinaram o consentimento informado serão excluídos deste estudo. Para a análise dos dados foi utilizado o programa Statistical Package of the Social Science (SPSS) versão 22, com o qual foram realizadas estatísticas descritivas e de frequência, permitindo uma melhor percepção sobre as tabelas. Como conclusão, ao analisar os dados obtidos, pode-se constatar que a entorse da tibiotársica está presente em 80% dos atletas que participaram no estudo. Em relação aos objetivos secundários, verificou-se que a morfologia estrutural do pé mais encontrada foi o pé normal, enquanto que em relação à morfologia digital foi a do pé Grego e quanto à morfologia metatarsal a mais frequente foi o Índex minus.
Autores principais:Silva, Rui Pedro Gomes de Oliveira
Assunto:VOLEIBOL ENTORSE DO TORNOZELO MECANISMO DE LESÃO
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso a metadados
Instituição associada:Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório CESPU
Descrição
Resumo:Esta dissertação intitula-se de “Prevalência da entorse tibiotársica no voleibol: Mecanismo de lesão”. Teve como principal objetivo verificar a prevalência das entorses do tornozelo em jogadores de Voleibol pertencentes à Primeira e Segunda Divisões Nacionais. Como objetivos secundários designou-se constatar: i) qual a relação existente entre a posição em campo e a maior predisposição para sofrer uma entorse; ii) qual o mecanismo de entorse mais frequente; III) verificar se há relação entre o tipo de pé e o mecanismo de entorse. O estudo utilizado na realização deste trabalho foi do tipo descritivo simples, no qual participaram 50 indivíduos, todos do sexo masculino e com idades compreendidas entre 18 e 42 anos. Para a obtenção dos dados foi usado um questionário, no qual foram feitas algumas questões de carácter demográfico e registadas informações provenientes de uma avaliação clínica realizada. Como critérios de inclusão para participar neste estudo inserem-se a prática de Voleibol há mais de 6 anos e uma idade mínima de 18 anos. Todos os jogadores que apresentem qualquer tipo de lesão no momento da avaliação assim como os atletas que não assinaram o consentimento informado serão excluídos deste estudo. Para a análise dos dados foi utilizado o programa Statistical Package of the Social Science (SPSS) versão 22, com o qual foram realizadas estatísticas descritivas e de frequência, permitindo uma melhor percepção sobre as tabelas. Como conclusão, ao analisar os dados obtidos, pode-se constatar que a entorse da tibiotársica está presente em 80% dos atletas que participaram no estudo. Em relação aos objetivos secundários, verificou-se que a morfologia estrutural do pé mais encontrada foi o pé normal, enquanto que em relação à morfologia digital foi a do pé Grego e quanto à morfologia metatarsal a mais frequente foi o Índex minus.