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Intervenção e motivação à higiene oral em reclusos do Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira: Estudo Piloto

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: A saúde oral é frequentemente negligenciada nas políticas de saúde, embora afete mais de 3,5 bilhões de pessoas. Importa identificar e abordar as necessidades de saúde oral de alguns grupos específicos, como é o caso dos reclusos, pois devido as complexidades do seu ambiente e restrições de liberdade, é essencial para a saúde de cada um, mas também para a saúde pública. Objetivo: Avaliar a eficácia de uma intervenção de saúde oral em reclusos de um Estabelecimento Prisional. Material e Métodos: Esta investigação teve por base um estudo descritivo longitudinal prospetivo, realizado no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira com um total de 72 reclusos. Os participantes foram submetidos a um exame clínico intraoral e um questionário detalhado sobre hábitos de saúde e saúde oral. Resultados: A idade média da amostra foi de 43,86 ± 13,19 anos. Observou-se que os níveis de IP iniciais (81,76 ±17,05) são significativamente superiores aos níveis de IP após o programa (71,57 ±16,89), assim como os valores médios do BOP previamente ao programa (32,60 ± 20,33) são significativamente superiores após o programa de motivação à higiene oral. Discussão: Programas de intervenção e motivação à saúde oral em estabelecimentos prisionais são escassos, por isso torna-se essencial o investimento e a reeducação para a inclusão deste tipo de estabelecimentos. Poderemos considerar que o programa teve um efeito positivo. Conclusão: Uma intervenção breve nas prisões, melhora a saúde oral e a motivação dos reclusos.
Autores principais:Pelho, Diana Catarina Gonçalves
Assunto:Prisoners Promotion Oral health Intervention
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório CESPU
Descrição
Resumo:Introdução: A saúde oral é frequentemente negligenciada nas políticas de saúde, embora afete mais de 3,5 bilhões de pessoas. Importa identificar e abordar as necessidades de saúde oral de alguns grupos específicos, como é o caso dos reclusos, pois devido as complexidades do seu ambiente e restrições de liberdade, é essencial para a saúde de cada um, mas também para a saúde pública. Objetivo: Avaliar a eficácia de uma intervenção de saúde oral em reclusos de um Estabelecimento Prisional. Material e Métodos: Esta investigação teve por base um estudo descritivo longitudinal prospetivo, realizado no Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira com um total de 72 reclusos. Os participantes foram submetidos a um exame clínico intraoral e um questionário detalhado sobre hábitos de saúde e saúde oral. Resultados: A idade média da amostra foi de 43,86 ± 13,19 anos. Observou-se que os níveis de IP iniciais (81,76 ±17,05) são significativamente superiores aos níveis de IP após o programa (71,57 ±16,89), assim como os valores médios do BOP previamente ao programa (32,60 ± 20,33) são significativamente superiores após o programa de motivação à higiene oral. Discussão: Programas de intervenção e motivação à saúde oral em estabelecimentos prisionais são escassos, por isso torna-se essencial o investimento e a reeducação para a inclusão deste tipo de estabelecimentos. Poderemos considerar que o programa teve um efeito positivo. Conclusão: Uma intervenção breve nas prisões, melhora a saúde oral e a motivação dos reclusos.