Publicação
Breves notas sobre a mística agostiniana
| Resumo: | Para além da admissão do fato de Agostinho nunca ter escrito especificamente acerca do misticismo, podemos levar em conta que não encontramos no tempo de Agostinho a concepção acerca do caráter sistemático dos efeitos da oração infusa que caracterizará a Teologia Mística posterior, por exemplo. Tais efeitos parecem incidir sobre os termos utilizados por Agostinho: demasiadamente indicativo da influência filosófica, intelectual, neoplatónica, o que conduz a uma crítica acerca da semelhança de suas narrações com as experiências religiosas descritas pelos místicos propriamente ditos, segundo a tradição cristã posterior. Este trabalho apresenta uma breve introdução acerca da consideração de Agostinho como mestre da mística ocidental, trazendo a esta uma nova expressão Latina e genuinamente cristã acerca da estrutura conceitual da contemplação neoplatônica. Palavras-chave: Mística; Contemplação; Deus. DOI: https://doi.org/10.21747/civitas/8a4 |
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| Autores principais: | Santos, Maria Célia |
| Assunto: | Artigos |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Porto |
| Idioma: | português |
| Origem: | Civitas Augustiniana |
| Resumo: | Para além da admissão do fato de Agostinho nunca ter escrito especificamente acerca do misticismo, podemos levar em conta que não encontramos no tempo de Agostinho a concepção acerca do caráter sistemático dos efeitos da oração infusa que caracterizará a Teologia Mística posterior, por exemplo. Tais efeitos parecem incidir sobre os termos utilizados por Agostinho: demasiadamente indicativo da influência filosófica, intelectual, neoplatónica, o que conduz a uma crítica acerca da semelhança de suas narrações com as experiências religiosas descritas pelos místicos propriamente ditos, segundo a tradição cristã posterior. Este trabalho apresenta uma breve introdução acerca da consideração de Agostinho como mestre da mística ocidental, trazendo a esta uma nova expressão Latina e genuinamente cristã acerca da estrutura conceitual da contemplação neoplatônica. Palavras-chave: Mística; Contemplação; Deus. DOI: https://doi.org/10.21747/civitas/8a4 |
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