Publicação
A concepção da morte na filosofia cristã
| Resumo: | A reflexão do artigo é elaborada a partir do método crítico hipotético dedutivo. É uma pesquisa bibliográfica básica, estratégica, descritiva e qualitativa que tem como escopo analisar criticamente os resultados sobre a problemática damorte na perspectiva da filosofia existencialista cristã. A credibilidade do artigo se pauta na asserção de que a morte é, sem dúvida, um objeto de pesquisa de grande relevância para o conhecimento científico, porque ela é inerente e indissociável à existência humana. No existencialismo cristão, a morte é compreendida como o fim de tudo, mas o fim entendido como meta alcançada e início de uma nova vida. Como diz Leonardo Boff: “a morte é o lugar do verdadeiro nascimento do homem” visto que toda morte recorda um nascimento. A morte, portanto, não é a aniquilação e a redução do ser humano ao nada absoluto, mas a transformação de todo o seu ser. A fonte da pesquisa é secundária e fundamentada na ideia de pensadores que refletiram sobre a morte não do ponto vista filosófico-niilista, e sim que fizeram uma reflexão a partir da filosofia transcendental.Palavras-chave: Morte. Filosofia. Existencialismo. Cristianismo. DOI: https://doi.org/10.21747/civitas/9a4 DOI: |
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| Autores principais: | Costa, Roberto Marcos |
| Assunto: | Artigos |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Porto |
| Idioma: | português |
| Origem: | Civitas Augustiniana |
| Resumo: | A reflexão do artigo é elaborada a partir do método crítico hipotético dedutivo. É uma pesquisa bibliográfica básica, estratégica, descritiva e qualitativa que tem como escopo analisar criticamente os resultados sobre a problemática damorte na perspectiva da filosofia existencialista cristã. A credibilidade do artigo se pauta na asserção de que a morte é, sem dúvida, um objeto de pesquisa de grande relevância para o conhecimento científico, porque ela é inerente e indissociável à existência humana. No existencialismo cristão, a morte é compreendida como o fim de tudo, mas o fim entendido como meta alcançada e início de uma nova vida. Como diz Leonardo Boff: “a morte é o lugar do verdadeiro nascimento do homem” visto que toda morte recorda um nascimento. A morte, portanto, não é a aniquilação e a redução do ser humano ao nada absoluto, mas a transformação de todo o seu ser. A fonte da pesquisa é secundária e fundamentada na ideia de pensadores que refletiram sobre a morte não do ponto vista filosófico-niilista, e sim que fizeram uma reflexão a partir da filosofia transcendental.Palavras-chave: Morte. Filosofia. Existencialismo. Cristianismo. DOI: https://doi.org/10.21747/civitas/9a4 DOI: |
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