Publicação
A Carne do Imaginário - Ironias do Aquém e do Além
| Resumo: | Fala-se neste texto da carne do imaginário para dizer que existe uma estreita ligação entre o esse lugar-não-Iugar de incubação da imagem - imaginarium ou o «creux» (Levi-Strauss) - e o corpo. Daí nascem os sonhos, as fantasias, a ironia, a ficção, o mito. Convocam-se aqui, autores como Lucrécio, S. Tomás, mas também Merleau-Ponty, R. Thorn e U. Eco, que cOrroboram a tese deste texto: todos os fenómenos testemunham de uma profundidade devida ao facto que o sujeito «leva o corpo» com o fenómeno. Este dispositivo aplica-se tanto as ironias do aquém (o mito, a globalização, o imaginário electromagnético) como do além (A visão de Túndalo. v.g.). |
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| Autores principais: | Mourão, José Augusto |
| Assunto: | Comunicação e imaginário |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade |
| Idioma: | português |
| Origem: | Comunicação e Sociedade |
| Resumo: | Fala-se neste texto da carne do imaginário para dizer que existe uma estreita ligação entre o esse lugar-não-Iugar de incubação da imagem - imaginarium ou o «creux» (Levi-Strauss) - e o corpo. Daí nascem os sonhos, as fantasias, a ironia, a ficção, o mito. Convocam-se aqui, autores como Lucrécio, S. Tomás, mas também Merleau-Ponty, R. Thorn e U. Eco, que cOrroboram a tese deste texto: todos os fenómenos testemunham de uma profundidade devida ao facto que o sujeito «leva o corpo» com o fenómeno. Este dispositivo aplica-se tanto as ironias do aquém (o mito, a globalização, o imaginário electromagnético) como do além (A visão de Túndalo. v.g.). |
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