Publicação
Simulação do uso de redes veiculares em situações de emergência numa auto-estrada Portuguesa
| Resumo: | As redes veículares (a.k.a.) VANETs (Vehicular Ad-Hoc Networks) oferecem novas formas de aumentar a segurança rodoviária através da disseminação de informação relativa a condições de circulação adversas ou a acidentes. No entanto, a disseminação de informação crítica para a segurança e bem-estar dos condutores tem elevados requisitos de tempo e fiabilidade, uma vez que as mensagens têm que ser recebidas, atempadamente, por todos os veículos envolvidos numa situação potencialmente perigosa, de forma a assegurar que medidas adequadas são tomadas para prevenir que a situação se concretize/escale. Garantir que tais requisitos são cumpridos corresponde a um desafio considerável devido à deterioração do desempenho característico dos sistemas de comunicação sem fios. Torna-se, assim, crucial recorrer a técnicas de simulação fiável e em larga escala para validar o conceito, numa fase que antecede a implementação de tais sistemas e integração dos mesmos na indústria automóvel. Neste artigo, é realizado um estudo de simulação realística e em larga escala de uma situação de emergência, baseado em dados reais de tráfego rodoviário recolhidos numa autoestrada Portuguesa. Foram avaliados aspectos tais como a inclusão de unidades fixas de comunicação ao longo de um troço da auto-estrada e o desempenho da rede veicular ao notificar todos os veículos, direta- ou indiretamente envolvidos nos diferentes cenários de acidente modelados neste mesmo troço. Após uma análise de resultados, verificou-se que, de uma forma geral, obtém-se um menor atraso na recepção da notificação de acidente quando as unidades fixas de comunicação são incluídas na infra-estrutura de rede. Esta melhoria no desempenho da rede não só permitirá com que os condutores dos veículos mais próximos do local de acidente reajam atempadamente e em segurança, como os que se encontrem mais distantes possam optar por sair da autoestrada, de forma a evitar um eventual congestionamento de tráfego rodoviário. |
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| Autores principais: | Jardim, Jacqueline |
| Outros Autores: | Vazão, Teresa; Lopes, Jorge |
| Assunto: | Acidente Aplicações Auto-estrada Geocast GPSR I2V Mobilidade Modelação Rede veícular Segurança rodoviária Simulação RSU VANET Veículos V2I V2V |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | CRC 2012: 12ª Conferência sobre Redes de Computadores |
| Resumo: | As redes veículares (a.k.a.) VANETs (Vehicular Ad-Hoc Networks) oferecem novas formas de aumentar a segurança rodoviária através da disseminação de informação relativa a condições de circulação adversas ou a acidentes. No entanto, a disseminação de informação crítica para a segurança e bem-estar dos condutores tem elevados requisitos de tempo e fiabilidade, uma vez que as mensagens têm que ser recebidas, atempadamente, por todos os veículos envolvidos numa situação potencialmente perigosa, de forma a assegurar que medidas adequadas são tomadas para prevenir que a situação se concretize/escale. Garantir que tais requisitos são cumpridos corresponde a um desafio considerável devido à deterioração do desempenho característico dos sistemas de comunicação sem fios. Torna-se, assim, crucial recorrer a técnicas de simulação fiável e em larga escala para validar o conceito, numa fase que antecede a implementação de tais sistemas e integração dos mesmos na indústria automóvel. Neste artigo, é realizado um estudo de simulação realística e em larga escala de uma situação de emergência, baseado em dados reais de tráfego rodoviário recolhidos numa autoestrada Portuguesa. Foram avaliados aspectos tais como a inclusão de unidades fixas de comunicação ao longo de um troço da auto-estrada e o desempenho da rede veicular ao notificar todos os veículos, direta- ou indiretamente envolvidos nos diferentes cenários de acidente modelados neste mesmo troço. Após uma análise de resultados, verificou-se que, de uma forma geral, obtém-se um menor atraso na recepção da notificação de acidente quando as unidades fixas de comunicação são incluídas na infra-estrutura de rede. Esta melhoria no desempenho da rede não só permitirá com que os condutores dos veículos mais próximos do local de acidente reajam atempadamente e em segurança, como os que se encontrem mais distantes possam optar por sair da autoestrada, de forma a evitar um eventual congestionamento de tráfego rodoviário. |
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